{"id":139,"date":"2021-05-24T11:29:27","date_gmt":"2021-05-24T14:29:27","guid":{"rendered":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/?p=139"},"modified":"2022-02-21T14:14:24","modified_gmt":"2022-02-21T17:14:24","slug":"aleluia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/?p=139","title":{"rendered":"Aleluia"},"content":{"rendered":"\n<p>A express\u00e3o m\u00edstica <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09306a.htm\">lit\u00fargica<\/a> \u00e9 encontrada<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>em <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/tob013.htm#vrs22\">Tobi<\/a>as 13:22; ent\u00e3o<\/li><li>no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12543b.htm\">Salt\u00e9rio<\/a>; pela primeira vez no cabe\u00e7alho do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/psa104.htm\">Salmo 104<\/a> de acordo com a disposi\u00e7\u00e3o na <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15515b.htm\">Vulgata<\/a> e na <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13722a.htm\">Septuaginta<\/a>, mas no final do salmo anterior de acordo com o texto hebraico que temos; depois no come\u00e7o dos salmos de louvor, como um tipo de convite \u00e0 aclama\u00e7\u00e3o, ou ao final, como uma forma de ova\u00e7\u00e3o de rendi\u00e7\u00e3o de gl\u00f3ria, ou ao come\u00e7o e ao final, como no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/psa150.htm\">\u00faltimo salmo de todos<\/a>; e ent\u00e3o<\/li><li>no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14530a.htm\">Novo Testamento<\/a>, apenas no relato da vis\u00e3o de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08492a.htm\">S. Jo\u00e3o<\/a> do Divino banquete no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07170a.htm\">C\u00e9u<\/a> como a palavra de adora\u00e7\u00e3o da Cria\u00e7\u00e3o (<a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/rev019.htm\">Apocalipse 19<\/a>).<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Na antiga vers\u00e3o grega do Livro de Tobias, na tradu\u00e7\u00e3o grega <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13722a.htm\">Septuaginta<\/a> do livro dos salmos e no original grego do Apocalipse \u00e9 transcrito <em>Allelouia<\/em>. De acordo com esta transcri\u00e7\u00e3o mais antiga, nossa <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15515b.htm\">Vulgata Latina<\/a> nos traz como <em>Alleluia<\/em> no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14526a.htm\">Antigo Testamento<\/a> e no Novo. E assim foi empregado nas primeiras <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09306a.htm\">liturgias crist\u00e3s<\/a> de que temos registro. Ainda, em lugar dela, para o uso <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09306a.htm\">lit\u00fargico<\/a>, por meio de tradu\u00e7\u00e3o, os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12700b.htm\">Reformadores<\/a> <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05445a.htm\">Ingleses<\/a> puseram na forma das palavras que agora encontramos nos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12543b.htm\">Salmos<\/a> <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12495a.htm\">protestante<\/a> e no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02678c.htm\">Livro de Ora\u00e7\u00e3o Comum<\/a>. Os revisores da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02141a.htm\">vers\u00e3o anglicana autorizada da B\u00edblia<\/a> usaram a forma <em>Hallelujah<\/em> no Apocalipse xix, 3. Para justificar esta forma, autores e editores de algumas publica\u00e7\u00f5es b\u00edblicas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01498a.htm\">protestantes inglesas<\/a> recentes adotaram uma nova forma de transcri\u00e7\u00e3o do grego, <em>Hallelouia<\/em>, ao inv\u00e9s de <em>Allelouia<\/em>. [Ver &#8220;Novo Testamento no Grego Original&#8221;; texto revisado por Westcott e Hort (Cambridge, 1881), e a segunda edi\u00e7\u00e3o de &#8220;The Old Testament in Greek according to the Septuagint&#8221;, por Sweete (1895). Para a mudan\u00e7a na forma, compare o Dicion\u00e1rio da B\u00edblia de Smith (nova ed., 1893) e o Dicion\u00e1rio da B\u00edblia de Hastings (1898-1904).] <em>Alleluia<\/em>, n\u00e3o <em>Hallelujah<\/em>, \u00e9 a forma tradicional <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03712a.htm\">crist\u00e3<\/a> e transcri\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria do ingl\u00eas. O acento colocado em nossos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09296a.htm\">livros lit\u00fargicos<\/a> sobre o <em>u<\/em> marca a sua an\u00e1lise verbal, como \u00e9 claramente demonstrado na \u00faltima linha do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12543b.htm\">Livro dos Salmos<\/a> hebraico: <em>Allelu-ia<\/em>. Vemos a\u00ed que a palavra \u00e9 composta da forma verbal de aclama\u00e7\u00e3o divina <em>Allelu<\/em> e do pronome divino <em>Ia<\/em>. Ent\u00e3o, preservando o sentido de seu radical e a sonoridade, e at\u00e9 mesmo a sugestividade m\u00edstica da sua constru\u00e7\u00e3o, ela pode ser literalmente apresentada como, &#8220;All hail to Him Who is!&#8221; (\u201cGl\u00f3ria no mais alto dos c\u00e9us \u00c0quele que \u00c9!\u201d) &#8211;sendo &#8220;All Hail&#8221; o equivalente a &#8220;Gl\u00f3ria no mais alto dos c\u00e9us&#8221; (n.d.t.: ou \u201cGl\u00f3ria nas Alturas\u201d) e tomando &#8220;<em>Who is<\/em>&#8221; no sentido no qual <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> disse a Mois\u00e9s: &#8220;Assim tu dir\u00e1s aos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08193a.htm\">filhos de Israel<\/a>; <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08329a.htm\">EU SOU<\/a> envia-me junto de v\u00f3s&#8221;. Como tal, quando a express\u00e3o foi introduzida na liturgia hebraica? \u2014 Al\u00e9m das raz\u00f5es pr\u00f3prias do texto dos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12543b.htm\">Salmos<\/a> e daquelas extra\u00eddas de uma considera\u00e7\u00e3o puramente filol\u00f3gica da palavra em si, os dados todos das antigas tradi\u00e7\u00f5es judaica e <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03712a.htm\">crist\u00e3<\/a> apontam para a conclus\u00e3o de que ela pertencia, como uma <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05150a.htm\">doxologia<\/a> divinamente autorizada, \u00e0 liturgia hebraica desde os prim\u00f3rdios. J\u00e1 quanto a quando ela foi primeiramente formada, parece haver bastantes raz\u00f5es para sustentar que temos nela a forma humana mais antiga de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05752c.htm\">f\u00e9<\/a> <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10499a.htm\">monote\u00edsta<\/a>&#8211;o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15073a.htm\">verdadeiro<\/a> Credo primitivo, a primitiva <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05150a.htm\">doxologia<\/a>, a primitiva aclama\u00e7\u00e3o. Isso em parte explicaria a not\u00e1vel predile\u00e7\u00e3o por seu uso <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09306a.htm\">lit\u00fargico<\/a>. Como regra ela ent\u00e3o \u00e9 usada sempre que <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07131b.htm\">j\u00fabilo<\/a> e consequentemente triunfo ou a\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as, \u00e9 para ser enfaticamente expressado. Quanto ao tempo para o seu uso, na <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05230a.htm\">Igreja Oriental<\/a> \u00e9 ouvida em todos os per\u00edodos do ano; mesmo nas missas para os defuntos, como outrora fora no Ocidente. Neste \u00faltimo, atualmente, no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13155a.htm\">Rito Romano<\/a> latino, o nosso pr\u00f3prio, de acordo com a regulamenta\u00e7\u00e3o de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06780a.htm\">S. Greg\u00f3rio<\/a> referida em seu Of\u00edcio, da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05224d.htm\">P\u00e1scoa<\/a> at\u00e9 a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13721b.htm\">Septuag\u00e9sima<\/a> ela nunca deixa a Liturgia, exceto em algumas ocasi\u00f5es passageiras de luto ou penit\u00eancia, como nas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09790b.htm\">Missas<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11219a.htm\">Of\u00edcios<\/a> pelos Mortos, nas Missas Festivas durante o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01165a.htm\">Advento<\/a>, na celebra\u00e7\u00e3o dos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07419a.htm\">Santos Inocentes<\/a> <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09736b.htm\">martirizados<\/a> (a menos que caia em um Domingo) e em todas as vig\u00edlias que sejam dias de jejum, se a Missa da vig\u00edlia for celebrada. Mas \u00e9 cantada na vig\u00edlia da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05224d.htm\">P\u00e1scoa<\/a> (<a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07424a.htm\">S\u00e1bado Santo<\/a>) e na de Pentecostes, porque em cada uma dessas vig\u00edlias, nos tempos antigos, a missa era rezada \u00e0 noite, e ent\u00e3o era considerada como pertencendo \u00e0 <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07131b.htm\">jubilosa<\/a> solenidade do dia seguinte. Durante o Tempo Pascal ela \u00e9 a nota Pascal caracter\u00edstica de v\u00e1rias partes da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09790b.htm\">Missa<\/a> e dos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11219a.htm\">Of\u00edcios<\/a>, aparecendo constantemente no in\u00edcio e no final, e mesmo no meio, dos salmos, como uma exclama\u00e7\u00e3o instintiva de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07131b.htm\">j\u00fabilo<\/a> ext\u00e1tico. <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03189a.htm\">Calmet<\/a> assim expressou a vis\u00e3o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03449a.htm\">cat\u00f3lica<\/a> desta import\u00e2ncia tradicional quando notou (no Salmo civ) que o pr\u00f3prio som das palavras deve ser considerado como significando &#8220;um tipo de aclama\u00e7\u00e3o e uma forma de ova\u00e7\u00e3o que os meros gram\u00e1ticos n\u00e3o podem explicar satisfatoriamente; portanto os tradutores do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14526a.htm\">Antigo Testamento<\/a> deixaram <em>ela<\/em> n\u00e3o traduzida e, da mesma maneira, a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03744a.htm\">Igreja<\/a> a recebeu nas f\u00f3rmulas da sua Liturgia ou das pessoas que a usaram em todos os tempos ou lugares que puderam\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"o-aleluia-nas-liturgias-gregas\">O Aleluia nas liturgias gregas<\/h2>\n\n\n\n<p>Do Temple, atrav\u00e9s do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07595a.htm\">hino<\/a> alelui\u00e1tico de a\u00e7\u00e3o de gra\u00e7a do Cen\u00e1culo, as palavras passaram para o servi\u00e7o da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03744a.htm\">Igreja Crist\u00e3<\/a>, cuja linguagem <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09306a.htm\">lit\u00fargica<\/a>, como aquela da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13722a.htm\">Septuaginta<\/a> e do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14530a.htm\">Novo Testamento<\/a>, era a princ\u00edpio, naturalmente, grega. Obviamente o seu car\u00e1ter essencial permaneceu inalterado por\u00e9m, na qualidade de uma express\u00e3o emocional de devo\u00e7\u00e3o, ela foi profundamente afetada pela mem\u00f3ria <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03712a.htm\">crist\u00e3<\/a> e pelo esp\u00edrito da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03712a.htm\">F\u00e9 Crist\u00e3<\/a>. Ao seu significado geral original foi adicionado um novo sentido pessoal como refr\u00e3o pascal e, com isso, dentre as palavras sagradas, um significado m\u00edstico pr\u00f3prio. Mesmo na forma de uma aclama\u00e7\u00e3o divina sua for\u00e7a foi intensificada, o sentimento que evoca aprofundado, as <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07630a.htm\">ideias<\/a> que sugere ampliadas e elevadas e, acima de tudo, purificada sob a influ\u00eancia espiritualizada do pensamento <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03712a.htm\">crist\u00e3o<\/a>. Como a suprema express\u00e3o de a\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07131b.htm\">j\u00fabilo<\/a> e triunfo desse pensamento, a &#8220;Aleluia&#8221; assumiu um significado mais amplo e profundo, elevado e santo que tinha antes na liturgia do povo hebreu. Com t\u00e3o suprema signific\u00e2ncia <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03712a.htm\">crist\u00e3<\/a> ela aparece nas primeiras por\u00e7\u00f5es das primeiras <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09306a.htm\">liturgias<\/a> das quais temos escritos remanescentes, nas assim chamadas &#8220;<a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09306a.htm\">liturgias<\/a> primitivas do Oriente&#8221;. Estas podem ser reduzidas a quatro, chamadas respectivamente, na sua suposta ordem de antiguidade, aquelas de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09672c.htm\">S. Marcos<\/a>, S. Tiago, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04012c.htm\">S. Clemente<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08452b.htm\">S. Cris\u00f3stomo<\/a>. Esta \u00faltima, agora mais bem conhecida como de Constantinopla, \u00e9 a liturgia normal das <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05230a.htm\">Igrejas Orientais<\/a> \u2013 usada n\u00e3o apenas pela &#8220;Ortodoxa&#8221;, ou Cism\u00e1tica, mas pela <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03449a.htm\">Cat\u00f3lica<\/a>, ou &#8220;Unida&#8221; \u2013 gregas ao redor do mundo. A Liturgia Grega de S\u00e3o Tiago ainda \u00e9 usada pelos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11329a.htm\">cism\u00e1ticos<\/a> em <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08344a.htm\">Jerusal\u00e9m<\/a> no seu <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06021b.htm\">dia de festa<\/a>, e em sua revis\u00e3o sir\u00edaca \u00e9 o prot\u00f3tipo daquela dos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09683c.htm\">maronitas<\/a>, que tamb\u00e9m s\u00e3o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03449a.htm\">cat\u00f3licos<\/a>. Aquela de S\u00e3o Marcos, aparentemente a mais antiga de todas, est\u00e1 muito frequentemente em concord\u00e2ncia verbal com a Liturgia Copta de S. Cirilo e outras formas similares, notadamente aquela dos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03449a.htm\">cat\u00f3licos<\/a> <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01300b.htm\">coptas<\/a>. A liturgia conhecida como de S. Clemente, embora indubitavelmente muito antiga, parece nunca ter sido realmente usada na Igreja, ent\u00e3o pode ser deixada de lado. Agora, folheando primeiramente a liturgia de S. Marcos, como presumidamente sendo a mais antiga, n\u00f3s encontramos esta <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13216a.htm\">rubrica<\/a>, logo antes do Evangelho: &#8220;Escuta: o Ap\u00f3stolo; o Pr\u00f3logo do Aleluia.&#8221;&#8211;&#8220;O Ap\u00f3stolo&#8221; \u00e9 o t\u00edtulo oriental antigo usual para a Ep\u00edstola, para a qual o &#8220;Pr\u00f3logo do Aleluia&#8221; parece ser algum tipo de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00e3o<\/a> recitada pelo <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12406a.htm\">sacerdote<\/a> antes que o Aleluia fosse cantado pelo coro ou pelo povo. E ent\u00e3o, para a ant\u00edfona Alelui\u00e1tica, vem a inser\u00e7\u00e3o um pouco posterior conhecida como o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07595a.htm\">hino<\/a> Ang\u00e9lico, antes da Consagra\u00e7\u00e3o: &#8220;Conceda a n\u00f3s que misticamente representamos os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03646c.htm\">Querubins<\/a>, cantar o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07595a.htm\">hino<\/a> <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07386a.htm\">sagrado<\/a> \u00e0 viva Trindade, livres agora de todas as preocupa\u00e7\u00f5es mundanas, receber o Rei da Gl\u00f3ria atendido invisivelmente pelas ordens <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01476d.htm\">ang\u00e9licas<\/a>: Aleluia, Aleluia, Aleluia!&#8221;. Na segunda mais antiga destas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09306a.htm\">liturgias<\/a> primitivas gregas do oriente, que conhecemos como a Liturgia de S\u00e3o Tiago, encontramos a seguinte <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13216a.htm\">rubrica<\/a>: <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12406a.htm\">PADRE<\/a>: A paz esteja convosco.<br><a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08748a.htm\">POVO<\/a>: E com o teu Esp\u00edrito.<br><a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03693b.htm\">CANTORES<\/a>: Aleluia!<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Mais adiante, imediatamente ap\u00f3s o hino ang\u00e9lico apresentado acima, h\u00e1 a seguinte bela invoca\u00e7\u00e3o antes da Consagra\u00e7\u00e3o, <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12406a.htm\">PADRE<\/a>: Que toda a carne mortal fa\u00e7a sil\u00eancio e com temor n\u00e3o fa\u00e7a caso de sua pr\u00f3pria condi\u00e7\u00e3o terrena; pois o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08374c.htm\">Cristo<\/a> nosso <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a>, vem diante de n\u00f3s <em>para ser sacrificado<\/em> e <em>para ser dado por comida para os fi\u00e9is<\/em>; e Ele \u00e9 precedido pelo Coro dos Seus <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01476d.htm\">Anjos<\/a> com toda a Domina\u00e7\u00e3o e Poder, pelos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03646c.htm\">Querubins<\/a> de muitos olhos e os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13725b.htm\">Serafins<\/a> de seis asas que cobrindo suas faces cantam em voz alta o Hino: Aleluia, Aleluia, Aleluia!<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>E finalmente, na antiga Liturgia Grega de Constantinopla, nos encontramos a palavra sendo usada, como express\u00e3o de aclama\u00e7\u00e3o para um tipo de refr\u00e3o, com a inten\u00e7\u00e3o aparente de ser repetido pela congrega\u00e7\u00e3o ou <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10326a.htm\">ministros<\/a> assistentes, assim: <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>V. O Senhor vos escutou no dia da tribula\u00e7\u00e3o; o Nome do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> de Jac\u00f3 vos defende;<br>R. Salvai-nos, \u00d3 Bom <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11469a.htm\">Par\u00e1clito<\/a>, que cantamos a ti Aleluia.<br>V. Envia a v\u00f3s ajuda do Santu\u00e1rio; e vos fortalece de Si\u00e3o.<br>R. Salvai-nos, \u00d3 Bom <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11469a.htm\">Par\u00e1clito<\/a>, que cantamos a ti Alleluia.<br>V. Lembre-se de todas as ofertas; e aceite este holocausto.<br>R. Salvai-nos, \u00d3 Bom <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11469a.htm\">Par\u00e1clito<\/a>, que cantamos a ti Alleluia.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Mais adiante, quando o coro finaliza o <em>Trisagion<\/em>, n\u00f3s temos a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13216a.htm\">rubrica<\/a>: <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04647c.htm\">DI\u00c1CONO<\/a>: Escutai!<br><a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09111a.htm\">LEITOR<\/a>: Aleluia!<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Com a conclus\u00e3o da leitura do Ap\u00f3stolo, a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13216a.htm\">rubrica<\/a> diz: <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12406a.htm\">PADRE<\/a>: A Paz esteja convosco.<br><a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09111a.htm\">LEITOR<\/a>: Aleluia!<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, quando os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03430b.htm\">catec\u00famenos<\/a> partiam, depois das &#8220;<a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">preces<\/a> pelos fi\u00e9is&#8221; antes da Consagra\u00e7\u00e3o, n\u00f3s temos o hino Ang\u00e9lico, com seus triplos Aleluia para o &#8220;<a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07595a.htm\">Hino<\/a> Santo \u00e0 v\u00edvida Trindade&#8221; como acima nas Liturgias de S. Marcos e S. Tiago. Estes excertos s\u00e3o suficientes para demonstrar que a palavra desde o in\u00edcio tem sido e ainda \u00e9 usada nas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09306a.htm\">liturgias<\/a> do Oriente e em nossa pr\u00f3pria \u00e9poca, uma forma suprema de aclama\u00e7\u00e3o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03712a.htm\">crist\u00e3<\/a>, ou clamor l\u00edrico, no meio, e no final, dos vers\u00edculos e respostas, e nos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07595a.htm\">hinos<\/a>. A \u00fanica diferen\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o a ela entre as liturgias do Oriente e do Ocidente \u00e9 que no primeiro ainda \u00e9, como parece a princ\u00edpio ter sido geralmente, usada ao longo de todo o ano, mesmo durante a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09152a.htm\">Quaresma<\/a>, e no Of\u00edcio dos mortos, como o clamor <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03712a.htm\">crist\u00e3o<\/a> da vit\u00f3ria sobre o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14004b.htm\">pecado<\/a> e a morte. Assim <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08341a.htm\">S. Jer\u00f4nimo<\/a> nos conta que foi cantada nas ex\u00e9quias de sua irm\u00e3 Fab\u00edola. Com uma esp\u00e9cie de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12405a.htm\">orgulho<\/a> <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07386a.htm\">santo<\/a>, no seu pr\u00f3prio jeito vigoroso ele escreveu: &#8220;Sonabant psalmi et aurata tempo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A express\u00e3o m\u00edstica lit\u00fargica \u00e9 encontrada em Tobias 13:22; ent\u00e3o no Salt\u00e9rio; pela primeira vez no cabe\u00e7alho do Salmo 104 de acordo com a disposi\u00e7\u00e3o na Vulgata e na Septuaginta, mas no final do salmo anterior de acordo com o texto hebraico que temos; depois no come\u00e7o dos salmos de louvor, como um tipo de &hellip; <\/p>\n<p class=\"link-more\"><a href=\"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/?p=139\" class=\"more-link\">Read the full post &rarr;<span class=\"screen-reader-text\">&#8220;Aleluia&#8221;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-139","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-a"],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/139","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=139"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/139\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":749,"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/139\/revisions\/749"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=139"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=139"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=139"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}