{"id":195,"date":"2021-05-24T12:59:14","date_gmt":"2021-05-24T15:59:14","guid":{"rendered":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/?p=195"},"modified":"2021-06-07T16:32:40","modified_gmt":"2021-06-07T19:32:40","slug":"doxologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/?p=195","title":{"rendered":"Doxologia"},"content":{"rendered":"\n<p>No geral esta palavra significa um pequeno verso louvando a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> e come\u00e7ando, como uma regra, com a palavra grega <em>Doxa<\/em>. O costume de finalizar um rito ou um <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07595a.htm\">hino<\/a> com esta f\u00f3rmula vem da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14379b.htm\">Sinagoga<\/a> (cf. a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">Ora\u00e7\u00e3o<\/a> de Manass\u00e9s: <em>tibi est gloria in s\u00e6cula s\u00e6culorum. <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01407b.htm\">Amen<\/a><\/em>). <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11567b.htm\">S. Paulo<\/a> usa doxologias constantemente (<a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/rom011.htm#vrs36\">Roman<\/a>os 11:36; <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/gal001.htm#vrs5\">G<\/a>\u00e1latas 1:5; <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/eph003.htm#vrs21\">E<\/a>f\u00e9sios 3:21; etc.). Os primeiros exemplos s\u00e3o dirigidos a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> Pai exclusivamente, ou a Ele <em>atrav\u00e9s<\/em> (<em>dia<\/em>) do Filho (<a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/rom016.htm#vrs27\">Roman<\/a>os 16:27; <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/jud001.htm#vrs25\">Jud<\/a>as 25; <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/fathers\/1010.htm\"><em>I Clemente<\/em><u> 41<\/u><\/a>; Mart. Polyc., xx; etc.) e <em>em<\/em> (<em>en<\/em>) ou <em>com<\/em> (<em>syn, meta<\/em>) o Esp\u00edrito Santo (Mart. Polyc., xiv, xxii, etc.). A f\u00f3rmula do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02258b.htm\">batismo<\/a> (<a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/mat028.htm#vrs19\">Mate<\/a>us 28:19) traz um exemplo da nomea\u00e7\u00e3o das tr\u00eas Pessoas em uma ordem paralela. Especialmente no s\u00e9culo IV, como um protesto contra a subordina\u00e7\u00e3o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01707c.htm\">ariana<\/a> (desde que os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07256b.htm\">hereges<\/a> apelaram a estas preposi\u00e7\u00f5es; cf. <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02330b.htm\">S. Bas\u00edlio<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/fathers\/3203.htm\"><em>Sobre o Esp\u00edrito Santo<\/em><u> 2-5<\/u><\/a>), o costume de usar a forma: &#8220;Gl\u00f3ria ao Pai, ao Filho e ao <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07409a.htm\">Esp\u00edrito Santo<\/a>&#8220;, se tornou universal entre os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03449a.htm\">cat\u00f3licos<\/a>. Deste tempo devemos distinguir duas doxologias, uma maior (<em>doxologia maior<\/em>) e uma mais curta (<em>minor<\/em>). A doxologia maior \u00e9 o Gloria in Excelsis Deo da missa. A forma mais curta, que \u00e9 a qual \u00e9 geralmente referida pelo nome &#8220;doxologia&#8221;, \u00e9 o Gloria Patri. Ela \u00e9 continuada por uma resposta com o sentido de que esta gl\u00f3ria deve durar para sempre. A forma, <em>eis tous aionas ton aionon<\/em> \u00e9 muito comum nos primeiros s\u00e9culos (<a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/rom016.htm#vrs27\">Roman<\/a>os 16:27; <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/gal001.htm#vrs5\">G<\/a>\u00e1latas 1:5; <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/1ti001.htm#vrs17\">1 Tim<\/a>\u00f3teo 1:17; <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/heb013.htm#vrs21\">Hebre<\/a>us 13:21; <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/1pe004.htm#vrs11\">1 Pe<\/a>dro 4:11; <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/fathers\/1010.htm\"><em>Ep\u00edstola de Clemente<\/em><u> 20, 32, 38, 43, 45, etc.<\/u><\/a>; Mart. Polyc., 22, etc.). \u00c9 um hebra\u00edsmo comum (<a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/tob013.htm#vrs23\">Tobi<\/a>as 13:23; <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/psa083.htm#vrs5\">Salmos<\/a> 83:5; repetidamente no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/rev001.htm#vrs6\">Apocal<\/a>ipse 1:6, 18; <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/rev014.htm#vrs11\">14:11<\/a>; <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/rev019.htm#vrs3\">19:3<\/a>; etc.) significando simplesmente &#8220;para sempre&#8221;. A forma simples, <em>eis tous aionas<\/em>, tamb\u00e9m \u00e9 comum (<a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/rom011.htm#vrs36\">Roman<\/a>os 11:36; Doctr. XII Apost., 9:10; na Liturgia das Constitui\u00e7\u00f5es Apost\u00f3licas, <em>passim<\/em>). F\u00f3rmulas paralelas s\u00e3o: <em>eis tous mellontas aionas<\/em> (Mart. Polyc., xiv); <em>apo geneas eis genean<\/em> (ibid.); etc. Esta express\u00e3o foi logo ampliada para: &#8220;agora e para sempre e por toda a eternidade&#8221; (cf. <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/heb013.htm#vrs8\">Hebre<\/a>us 13:8; Mart. Polyc., 14:etc.). Nesta forma ela ocorre constantemente ao final das <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00f5es<\/a> na Liturgia Grega de S. Tiago (Brightman, Liturgias Orientais, pp. 31, 32, 33, 34, 41, etc.) e em todos os ritos orientais. A forma grega ent\u00e3o se tornou: <em>Doxa patri kai yio kai hagio pneumati, kai <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11164a.htm\">nun<\/a> kai aei kai eis tous aionas ton aionon. <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01407b.htm\">Amen<\/a><\/em>. Neste formato ela \u00e9 usada nas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05230a.htm\">Igrejas Orientais<\/a> em v\u00e1rios pontos da liturgia (p.ex. no Rito de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08452b.htm\">S. Cris\u00f3stomo<\/a>; ver Brightman, pp. 354, 364, etc.) e como os dois \u00faltimos vers\u00edculos dos salmos, embora n\u00e3o t\u00e3o invariavelmente como \u00e9 conosco. A segunda parte \u00e9 ocasionalmente ligeiramente modificada e outros vers\u00edculos s\u00e3o \u00e0s vezes introduzidos entre as duas metades. No <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09022a.htm\">Rito Latino<\/a> parece originalmente ter sido exatamente a mesna forma que no oriente. Em 529 o Segundo S\u00ednodo de Vasio (Vaison na prov\u00edncia de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02158a.htm\">Avignon<\/a>) diz que as palavras adicionais, <em>Sicut erat in principio<\/em>, s\u00e3o usadas em <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13164a.htm\">Roma<\/a>, no Oriente e na \u00c1frica como um protesto contra o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01707c.htm\">arianismo<\/a>, e ordena que elas sejam pronunciadas igualmente na G\u00e1lia (can. v.). At\u00e9 onde o Oriente saiba, o s\u00ednodo est\u00e1 enganado. Estas palavras nunca foram usadas em qualquer rito oriental e os gregos reclamam do seu uso no ocidente [Walafrid Strabo (s\u00e9culo IX), De rebus eccl., xxv]. A explica\u00e7\u00e3o de que <em>sicut erat in principio<\/em> significava uma nega\u00e7\u00e3o do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01707c.htm\">arianismo<\/a> leva \u00e0 quest\u00e3o cuja resposta \u00e9 menos \u00f3bvia do que parece. A que as palavras se referem? Todos agora entendem <em>gloria<\/em> como o sujeito do <em>erat<\/em>: &#8220;Assim como [a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06585a.htm\">gl\u00f3ria<\/a>] era no princ\u00edpio&#8221;, etc. Parece, entretanto, que originalmente elas deveriam fazer refer\u00eancia ao <em>Filius<\/em>, e que o sentido da segunda parte, no ocidente de todo modo, era: &#8220;Como Ele [o Filho] era no princ\u00edpio, agora Ele \u00e9 e Ele ser\u00e1 para sempre&#8221;. O <em>in principio<\/em>, ent\u00e3o, \u00e9 uma clara alus\u00e3o \u00e0s primeiras palavras do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/joh000.htm\">Quarto Evangelho<\/a>, e assim a senten\u00e7a est\u00e1 obviamente dirigida contra o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01707c.htm\">arianismo<\/a>. Existem vers\u00f5es <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10285c.htm\">medievais<\/a> alem\u00e3s na forma: &#8220;Als <em>er<\/em> <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15546c.htm\">war<\/a> im Anfang&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>A doxologia na forma que n\u00f3s <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08673a.htm\">conhecemos<\/a> tem sido usada desde por volta do s\u00e9culo VII por toda a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09022a.htm\">Cristandade Ocidental<\/a>, exceto em um canto. No Rito Mo\u00e7\u00e1rabe a f\u00f3rmula \u00e9: &#8220;Gloria et honor Patri et Filio et Spiritui sancto in s\u00e6cula s\u00e6culorum&#8221; (assim est\u00e1 no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10354c.htm\">missal<\/a> deste rito; ver P.L., LXXXV, 109, 119, etc.). O Quarto S\u00ednodo de Toledo em 633 ordenou esta forma (can. xv). Uma tradi\u00e7\u00e3o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10285c.htm\">medieval<\/a> comum, encontrada em uma carta esp\u00faria de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08341a.htm\">S. Jer\u00f4nimo<\/a> (na edi\u00e7\u00e3o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02443a.htm\">Beneditina<\/a>, Paris, 1706, V, 415) diz que o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04613a.htm\">Papa D\u00e2maso<\/a> (366-384) introduziu o Gloria Patri ao final dos salmos. Cassiano (morto c. 435) fala disso como um costume especial da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09022a.htm\">Igreja Ocidental<\/a> (De instit. coen., II, viii). O uso da doxologia mais curta na <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09022a.htm\">Igreja Latina<\/a> \u00e9 este: as duas partes s\u00e3o sempre rezadas ou cantadas como um verso com resposta. Elas aparecem sempre ao final dos salmos (quando v\u00e1rios salmos s\u00e3o unidos como um s\u00f3, como o sessenta e dois e o sessenta e tr\u00eas e tamb\u00e9m o cento e quarenta e oito, cento e quarenta e nove e cento e cinquenta no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09038a.htm\">Laudes<\/a>, o Gloria Patri aparece apenas uma vez ao final do grupo; por outro lado cada grupo de dezesseis vers\u00edculos do salmo cento e dezoito nas Horas do dia t\u00eam o Gloria) exceto em ocasi\u00f5es de luto. Por esta raz\u00e3o (j\u00e1 que a doxologia mais curta, como a mais extensa, Gloria in Excelsis Deo, naturalmente um c\u00e2ntico de alegria) \u00e9 deixada de lado nos \u00faltimos tr\u00eas dias da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07435a.htm\">Semana Santa<\/a>; no Of\u00edcio dos Mortos seu lugar \u00e9 tomado pelos versos: <em>Requiem \u00e6ternam<\/em>, etc., e <em>Et lux perpetua<\/em>, etc. Tamb\u00e9m aparece depois dos c\u00e2nticos, exceto pelo Benedicite que tem sua pr\u00f3pria doxologia (<em>Benedicamus Patrem . . . Benedictus es Domine<\/em>, etc. \u2014 a \u00fanica alternativa que sobrou no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13155a.htm\">Rito Romano<\/a>). Na missa ele aparece ap\u00f3s tr\u00eas salmos, do &#8220;Judica me&#8221; no in\u00edcio, do fragmento do Salmo-Introito, e do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/psa025.htm\">&#8220;Lavabo&#8221;<\/a> (omitido na celebra\u00e7\u00e3o das duas \u00faltimas semanas da Quaresma, exceto em dias de festas, e em missas r\u00e9quiem). A primeira parte apenas ocorre na <em>responsoria<\/em> ao longo do Of\u00edcio, com uma resposta vari\u00e1vel (a segunda parte do primeiro verso) ao inv\u00e9s de &#8220;Sicut erat&#8221;, a doxologia inteira ap\u00f3s o &#8220;Deus in adjutorium,&#8221; e nas <em>preces<\/em> no Primo; e de novo, desta vez como um verso, ao final do <em>invitatorium<\/em> nas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10050a.htm\">Matinas<\/a>. Em todos esses lugares \u00e9 deixado de fora no Of\u00edcio dos Mortos e no final da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07435a.htm\">Semana Santa<\/a>. O Gloria Patri \u00e9 tamb\u00e9m constantemente usado em servi\u00e7os extralit\u00fargicos, como o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13184b.htm\">Ros\u00e1rio<\/a>. Era um costume comum na <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10285c.htm\">Idade M\u00e9dia<\/a> os pregadores terminarem os serm\u00f5es com ele. Em alguns pa\u00edses, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06484b.htm\">Alemanha<\/a> especialmente, o povo faz o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13785a.htm\">sinal da cruz<\/a> na primeira parte da doxologia, considerando-a principalmente como uma profiss\u00e3o de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05752c.htm\">f\u00e9<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Fontes<\/h2>\n\n\n\n<p>ERMELIUS, <em>Dissertatio historica de veteri christian\u00e2 doxologia<\/em> (1684); SCHMIDT, <em>De insignibus veteribus christianis formulis<\/em> (1696); A SEELEN, <em>Commentarius ad doxologi\u00e6 solemnis Gloria Patri verba: Sicut erat in principio<\/em> in his <em>Miscellanea<\/em> (1732); BONA, <em>Rerum liturgicarum libri duo<\/em> (Cologne, 1674), II, 471; THALHOFER, <em>Handbuch der kath. Liturgik,<\/em> I, 490 sq.; IDEM in <em>Augsburger Pastoralblatt<\/em> (1863), 289 sq.; RIETSCHEL, <em>Lehrbuch der Liturgik<\/em>, I, 355sq.; KRAUS, <em>Real-Encyk<\/em>., I, 377 sq.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No geral esta palavra significa um pequeno verso louvando a Deus e come\u00e7ando, como uma regra, com a palavra grega Doxa. O costume de finalizar um rito ou um hino com esta f\u00f3rmula vem da Sinagoga (cf. a Ora\u00e7\u00e3o de Manass\u00e9s: tibi est gloria in s\u00e6cula s\u00e6culorum. Amen). S. 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