{"id":207,"date":"2021-05-24T13:30:02","date_gmt":"2021-05-24T16:30:02","guid":{"rendered":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/?p=207"},"modified":"2022-02-21T13:41:31","modified_gmt":"2022-02-21T16:41:31","slug":"elohim","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/?p=207","title":{"rendered":"Elohim"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Ver tamb\u00e9m<\/em> <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">DEUS<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>(<a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13722a.htm\">Septuaginta<\/a>, <em>theos<\/em>; <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15515b.htm\">Vulgata<\/a>, <em>Deus<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p><em>Elohim<\/em> \u00e9 o nome comum para <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a>. \u00c9 a forma no plural, mas &#8220;O uso da l\u00edngua n\u00e3o d\u00e1 suporte para a suposi\u00e7\u00e3o de que n\u00f3s temos a forma plural <em>Elohim<\/em>, aplicada ao <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus de Israel<\/a>, nos resqu\u00edcios de um <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12223b.htm\">polite\u00edsmo<\/a> antigo, ou pelo menos uma combina\u00e7\u00e3o com os seres espirituais elevados&#8221; (Kautzsch). Os gram\u00e1ticos o chamam de um plural de majestade ou status, ou de abstra\u00e7\u00e3o, ou de magnitude (Gesenius, Grammatik, 27<sup>a<\/sup> ed., nn. 124 g, 132 h). O plural <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05566a.htm\">et\u00edope<\/a> <em>amlak<\/em> se tornou um nome pr\u00f3prio de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a>. Hoffmann indicou um plural an\u00e1logo <em>elim<\/em> nas inscri\u00e7\u00f5es <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12041a.htm\">fen\u00edcias<\/a> (Ueber einige phon. Inschr., 1889, p. 17 sqq.), e Barton demonstrou que nas t\u00e1buas de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14477d.htm\">El-Amarna<\/a> a forma plural <em>ilani<\/em> substitui a singular mais de quarenta vezes (Proceedings of the American Oriental Society, 21-23 abril, 1892, pp. cxcvi-cxcix).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"etimologia\">Etimologia<\/h2>\n\n\n\n<p><em>Elohim<\/em> tem sido explicado como a forma plural de <em>Eloah<\/em> ou como um plural derivado de <em>El.<\/em> Aqueles que aderem \u00e0 \u00faltima explica\u00e7\u00e3o n\u00e3o concordam com a deriva\u00e7\u00e3o de <em>Eloah.<\/em> N\u00e3o existe um tal radical verbal como <em>alah<\/em> em hebraico; por\u00e9m os arabistas Fleischer, Franz Delitzsch, dentre outros apelam para o ar\u00e1bico <em>aliha<\/em>, significando &#8220;preencher-se de temor&#8221;, &#8220;ansiosamente buscando ref\u00fagio&#8221;, de modo que <em>ilah<\/em> (<em>eloah<\/em>) significaria em primeiro lugar &#8220;temor&#8221;, e ent\u00e3o o objeto de temor. <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/gen021.htm#vrs42\">G<\/a>\u00eanesis 31:42 e <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/gen021.htm#vrs53\">53<\/a>, onde <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> \u00e9 chamado de &#8220;Deus terr\u00edvel de Isaac&#8221;, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/isa008.htm#vrs13\">Isa<\/a>\u00edas 8:13, e <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/psa075.htm#vrs12\">Salmos<\/a> 75:12, parecem dar apoio a esta vis\u00e3o. Mas o fato de que <em>aliha<\/em> provavelmente n\u00e3o \u00e9 um radical verbal independente mas apenas uma forma denominativa de <em>ilah<\/em>, significando originalmente &#8220;possu\u00eddo de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a>&#8221; (cf. <em>enthousiazein, daimonan<\/em>) faz da explica\u00e7\u00e3o mais que prec\u00e1ria. N\u00e3o h\u00e1 maior probabilidade na controv\u00e9rsia de Ewald, Dillmann, dentre outros de que o radical verbal <em>alah<\/em> significa &#8220;ser poderoso&#8221;: e \u00e9 considerada como uma forma secund\u00e1ria, uma varia\u00e7\u00e3o, do radical <em>alah<\/em>; da\u00ed que, portanto, <em>Eloah<\/em> seja derivado de <em>alah<\/em> do mesmo modo que <em>El<\/em> brota de <em>alah.<\/em> Baethgen (Beitrage, 297) aponta que das cinquenta e sete ocorr\u00eancias de <em>Eloah<\/em> quarenta e uma pertencem ao Livro de J\u00f3 e as outras a textos mais recentes ou passagens po\u00e9ticas. Portanto ele concorda com Buhl em sustentar que a forma singular <em>Eloah<\/em> passou a existir apenas depois que a forma plural <em>Elohim<\/em> j\u00e1 estava em uso comum h\u00e1 bastante tempo; neste caso, um singular foi fornecido para o seu plural pr\u00e9-existente. Mas mesmo admitindo <em>Elohim<\/em> como sendo a forma pr\u00e9via, sua etimologia n\u00e3o fica at\u00e9 agora satisfatoriamente explicada. Os antigos judeus e escritores <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03744a.htm\">eclesi\u00e1sticos<\/a> antigos concordam com muitos estudiosos modernos em derivar <em>Elohim<\/em> de <em>El<\/em>, mas h\u00e1 uma grande diferen\u00e7a de opini\u00e3o quanto ao m\u00e9todo da deriva\u00e7\u00e3o. Nestle (Theol. Stud. aus W\u00fcrt., 1882, pp. 243 sqq.) sup\u00f4s que o plural surgiu da inser\u00e7\u00e3o de um <em>h<\/em> artificial, como no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07176a.htm\">hebraico<\/a> <em>amahoth<\/em> (donzelas) de <em>amah.<\/em> Buhl (Gesenius Hebraisches Handworterbuch, 12th ed., 1895, pp. 41 sq.) considerou <em>Elohim<\/em> como um tipo de aumentativo de <em>El<\/em>; mas apesar do seu desacordo quanto ao m\u00e9todo de deriva\u00e7\u00e3o, estes escritores s\u00e3o un\u00e2nimes em supor que no hebreu antigo o singular da palavra significando <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> era <em>El<\/em>, e a sua forma plural <em>Elohim<\/em>; e que apenas mais recentemente a forma singular <em>Eloah<\/em> foi cunhada, assim dando a <em>Elohim<\/em> um correspondente gramaticalmente correto. Lagrange, por\u00e9m, insiste que <em>Elohim<\/em> e <em>Eloah<\/em> derivam colateral e independentemente de <em>El.<\/em><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"o-uso-da-palavra\">O uso da palavra<\/h2>\n\n\n\n<p>Os hebreus tinham tr\u00eas nomes comuns para <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a>, <em>El, Elohim<\/em> e <em>Eloah<\/em>; al\u00e9m disso, eles tinham o nome pr\u00f3prio <em><a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08329a.htm\">Yahweh<\/a>.<\/em> Nestle \u00e9 a autoridade para a afirma\u00e7\u00e3o de que <em><a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08329a.htm\">Yahweh<\/a><\/em> ocorre cerca de seis mil vezes no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14526a.htm\">Antigo Testamento<\/a>, enquanto que todos os nomes comuns de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> contados juntos n\u00e3o aparecem sequer a metade disto. O nome <em>Elohim<\/em> \u00e9 encontrado 2570 vezes; <em>Eloah<\/em>, 57 vezes [41 em J\u00f3; 4 nos Salmos.; 4 em Daniel; 2 em Habacuc; 2 nos C\u00e2nticos de Mois\u00e9s (<a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/deu032.htm\">Deuter\u00f4mio 32<\/a>); 1 nos Prov\u00e9rbios, 1 em Isa\u00edas; 1 nos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11472a.htm\">Paralip\u00f4menos<\/a>; 1 em Neemias (II Esd.)]; <em>El<\/em>, 226 vezes (<em>Elim<\/em>, 9 vezes). Lagrange (Etudes sur les <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12738a.htm\">religions<\/a> s\u00e9mitiques, Paris, 1905, p. 71) infere de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/gen046.htm#vrs3\">G<\/a>\u00eanesis 46:3 (o poderoso <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> de teu pai), <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/exo006.htm#vrs3\">\u00ca<\/a>xodo 6:3 (pelo nome de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus Todo-poderoso<\/a>), e do fato de <em>El<\/em> substituir <em>Yah<\/em> nos nomes pr\u00f3prios, a conclus\u00e3o de que <em>El<\/em> era inicialmente um nome pr\u00f3prio e pessoal de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a>. Sua antiguidade pode ser demonstrada da sua ocorr\u00eancia geral entre todas as ra\u00e7as <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13706a.htm\">sem\u00edticas<\/a>, e isto por sua vez pode ser ilustrado pela sua presen\u00e7a nos nomes pr\u00f3prios encontrados em <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/gen004.htm#vrs18\">G<\/a>\u00eanesis 4:18; <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/gen025.htm#vrs13\">25:13<\/a>; <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/gen036.htm#vrs43\">36:43<\/a>. <em>Elohim<\/em> n\u00e3o \u00e9 encontrado dentre todas as ra\u00e7as <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13706a.htm\">sem\u00edticas<\/a>; os arameus exclusivamente parecem ter uma forma an\u00e1loga. Foi sugerido que o nome <em>Elohim<\/em> deve ter sido formado depois dos descendentes de Sem (n.d.t.: filho de No\u00e9) terem se separado em na\u00e7\u00f5es distintas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"significado-da-palavra\">Significado da palavra<\/h2>\n\n\n\n<p>Se <em>Elohim<\/em> pode ser considerado como uma forma derivada de <em>El<\/em>, seu significado original seria &#8220;o forte&#8221; de acordo com a deriva\u00e7\u00e3o que fez Wellhausen de <em>El<\/em>, a partir de <em>ul<\/em> (Skizzen, III, 169); ou &#8220;o principal&#8221;, de acordo com a deriva\u00e7\u00e3o que fez N\u00f6ldeke de <em>El<\/em> apartir de <em>ul<\/em> ou <em>il<\/em>, &#8220;estar diante&#8221; (Sitzungsberichte der berlinischen Akademie der Wissenschaften, 1880, pp. 760 sqq.; 1882, pp. 1175 sqq.); ou &#8220;o poderoso&#8221;, de acordo com a deriva\u00e7\u00e3o que fez Dillmann de <em>El<\/em> a partir de <em>alah<\/em> ou <em>alay<\/em>, &#8220;ser poderoso&#8221; (Em G\u00eanesis, I, 1); ou, finalmente &#8220;Aquele para o qual algu\u00e9m se esfor\u00e7a&#8221;, &#8220;Ele que \u00e9 a meta de toda a aspira\u00e7\u00e3o e esfor\u00e7o humanos&#8221;, &#8220;para quem algu\u00e9m recorre na afli\u00e7\u00e3o ou quando necessita de orienta\u00e7\u00e3o&#8221;, &#8220;para quem algu\u00e9m se apega bem de perto&#8221;, <em>coincidentibus interea bono et fine<\/em>, de acordo com a deriva\u00e7\u00e3o de <em>El<\/em> a partir da preposi\u00e7\u00e3o <em>el<\/em>, &#8220;para&#8221;, defendida por La Place (cf. Lagarde, Uebersicht, etc., p. 167), Lagarde (op. cit., pp. 159 sqq.), Lagrange (Religions semitiques, pp. 79 sqq.), dentre outros. Uma discuss\u00e3o dos argumentos que militam contra e a favor de cada uma das deriva\u00e7\u00f5es acima expostas nos levaria para muito longe do foco.<\/p>\n\n\n\n<p>Se recorrermos ao uso da palavra <em>Elohim<\/em> no estudo de seu significado, descobrimos que no seu sentido pr\u00f3prio ela denota tanto o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">verdadeiro Deus<\/a> como <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05781a.htm\">falsos<\/a> deuses, e metaforicamente \u00e9 aplicada a ju\u00edzes, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01476d.htm\">anjos<\/a> e reis; e at\u00e9 mesmo acompanha outros substantivos, dando a eles um significado superlativo. A presen\u00e7a do artigo, a constru\u00e7\u00e3o singular da palavra e seu contexto mostram com suficiente clareza onde ela deve ser tomada em seu sentido pr\u00f3prio ou metaf\u00f3rico, e qual \u00e9 seu significado preciso em cada caso. Kautzsch (Encyclopaedia Biblica, III, 3324, n. 2) se esfor\u00e7ou para afastar o sentido metaf\u00f3rico de <em>Elohim.<\/em> Ao inv\u00e9s da interpreta\u00e7\u00e3o &#8220;ju\u00edzes&#8221; ele sugeriu a tradu\u00e7\u00e3o &#8220;Deus&#8221;, como testemunha da a\u00e7\u00e3o judicial, como um emissor de decis\u00f5es em quest\u00f5es de lei, ou um dispensador de or\u00e1culos; para a interpreta\u00e7\u00e3o de &#8220;anjos&#8221; ele substituiu por &#8220;os deuses dos pag\u00e3os&#8221;, que, em tempos p\u00f3s-ex\u00edlicos, caiu em uma posi\u00e7\u00e3o mais baixa. Por\u00e9m esta interpreta\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 amparada por uma <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12454c.htm\">prova<\/a> s\u00f3lida.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com Renan (Histoire du peuple d&#8217;Israel, I, p. 30) os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13706a.htm\">semitas<\/a> acreditavam que o mundo era cercado, penetrado e governado pelos <em>Elohim<\/em>, mir\u00edades de seres ativos, an\u00e1logos aos esp\u00edritos dos selvagens, vivos, mas de alguma forma insepar\u00e1veis uns dos outros, nem mesmo distingu\u00edveis por seus nomes pr\u00f3prios como os deuses dos arianos, de modo que eles poderiam ser considerados como uma totalidade confusa. Marti (Geschichte der israelitischen Religion, p. 26), tamb\u00e9m, achou em <em>Elohim<\/em> um tra\u00e7o do polidemonismo original <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13706a.htm\">sem\u00edtico<\/a>; ele sustenta que a palavra significava a soma dos seres divinos que que habitavam em um dado lugar. Baethgen (op. cit., p. 287), F.C. Baur (Symbolik und Mythologie, I, 304), e Hellmuth-Zimmermann (Elohim, Berlin, 1900) fizeram de <em>Elohim<\/em> uma express\u00e3o de poder, grandeza e totalidade. Lagrange (op. cit., p. 78) argumenta contra estas vis\u00f5es que mesmo as ra\u00e7as <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13706a.htm\">sem\u00edticas<\/a> precisavam de unidades distintas antes de eles terem um somat\u00f3rio e partes distintas antes de chegar \u00e0 totalidade. Al\u00e9m disso, o nome <em>El<\/em> \u00e9 anterior a <em>Elohim<\/em> (op. cit., p. 77 sq.) e <em>El<\/em> \u00e9 tanto um nome pr\u00f3prio como comum de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a>. Originalmente ele ou era um nome pr\u00f3prio e se tornou um nome comum, ou era um nome comum e se tornou um nome pr\u00f3prio. Em qualquer dos casos, <em>El<\/em> e, portanto, tamb\u00e9m a sua forma derivada <em>Elohim<\/em>, devem ter denotado o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">o \u00fanico Deus verdadeiro<\/a>. Esta infer\u00eancia se torna clara depois de uma pequena reflex\u00e3o. Se <em>El<\/em> era, de in\u00edcio, o nome pr\u00f3prio de um <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05781a.htm\">falso<\/a> deus, ele n\u00e3o poderia se tornar o nome comum de um <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05781a.htm\">falso<\/a> deus, ele n\u00e3o poderia se tornar o nome comum para divindade mais que J\u00fapiter ou Juno poderiam; e se fosse, a princ\u00edpio, o nome comum para divindade, poderia se tornar o nome pr\u00f3prio apenas daquele <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> que combinava em si todos os atributos da divindade, que era <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">o \u00fanico Deus verdadeiro<\/a>. Isto n\u00e3o implica que todas as ra\u00e7as <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13706a.htm\">sem\u00edticas<\/a> tinham desde o princ\u00edpio um conceito claro da unidade de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> e dos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02062e.htm\">atributos divinos<\/a>, embora todas tivessem originalmente o nome divino <em>El.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ver tamb\u00e9m DEUS. (Septuaginta, theos; Vulgata, Deus). 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