{"id":303,"date":"2021-05-24T15:38:25","date_gmt":"2021-05-24T18:38:25","guid":{"rendered":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/?p=303"},"modified":"2022-02-21T12:57:30","modified_gmt":"2022-02-21T15:57:30","slug":"a-oracao-do-senhor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/?p=303","title":{"rendered":"A Ora\u00e7\u00e3o do Senhor"},"content":{"rendered":"\n<p>Embora o termo em latim <em>oratio dominica<\/em> seja de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04636c.htm\">idade<\/a> antiga, a frase &#8220;Ora\u00e7\u00e3o do Senhor&#8221; n\u00e3o parece ter sido genericamente familiar na <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05445a.htm\">Inglaterra<\/a> antes da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12700b.htm\">Reforma<\/a>. Durante a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10285c.htm\">Idade M\u00e9dia<\/a> o &#8220;Pai Nosso&#8221; era sempre rezado em latim, mesmo pelos analfabetos. Por isso era mais comumente conhecida como o <em>Pater noster<\/em>. O nome &#8220;ora\u00e7\u00e3o do Senhor&#8221; anexado a ele n\u00e3o \u00e9 porque <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08374c.htm\">Jesus Cristo<\/a> usava Ele mesmo a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00e3o<\/a> (j\u00e1 que pedir perd\u00e3o do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14004b.htm\">pecado<\/a> implicaria no reconhecimento de culpa) mas porque Ele a ensinou aos Seus <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05029a.htm\">disc\u00edpulos<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Muitos pontos de interesse s\u00e3o sugeridos pela hist\u00f3ria e aplica\u00e7\u00e3o do Pai Nosso. Com rela\u00e7\u00e3o ao texto em ingl\u00eas agora em uso entre os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03449a.htm\">cat\u00f3licos<\/a>, podemos notar que ele \u00e9 derivado n\u00e3o do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05140a.htm\">Testamento de Reims<\/a> mas de uma vers\u00e3o imposta sobre a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05445a.htm\">Inglaterra<\/a> no reinado de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07222a.htm\">Henrique VIII<\/a>, e empregada nas edi\u00e7\u00f5es de 1549 e 1552 do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02678c.htm\">&#8220;Livro de Ora\u00e7\u00e3o Comum&#8221;<\/a>. Dela o texto <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03449a.htm\">cat\u00f3lico<\/a> ingl\u00eas atual difere apenas em duas particularidades bem pequenas: &#8220;<em>Which art<\/em>&#8221; foi modernizado para &#8220;<em>who art<\/em>&#8221; e &#8220;<em>in earth<\/em>&#8221; para &#8220;<em>on earth<\/em>&#8220;.<\/p>\n\n\n\n<p>A vers\u00e3o em si, que concorda muito proximamente com a tradu\u00e7\u00e3o no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14530a.htm\">Novo Testamento<\/a> de Tyndale, sem d\u00favida deve sua aceita\u00e7\u00e3o original a um decreto de 1541 segundo o qual &#8220;sua Gra\u00e7a percebendo agora a grande diversidade de tradu\u00e7\u00f5es (do Pater noster etc.) quis que todas sejam postas de lado, e ao inv\u00e9s delas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03459a.htm\">causar<\/a> uma tradu\u00e7\u00e3o uniforme das ora\u00e7\u00f5es Pater noster, Ave, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04478a.htm\">Credo<\/a>, etc. a ser estabelecida, desejando que todos os seus amados s\u00faditos aprendam e usem a mesma e diretamente ordeno que todos os pastores, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15401a.htm\">vig\u00e1rios<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04570a.htm\">curas<\/a> leiam e ensinem o mesmo a seus paroquianos&#8221;. Como resultado a vers\u00e3o em quest\u00e3o se tornou universalmente familiar \u00e0 na\u00e7\u00e3o e embora o Testamento de Reims, em 1581 e os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02141a.htm\">tradutores da King James<\/a>, em 1611, tenham fornecido algumas vers\u00f5es diferentes de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/mat006.htm#vrs9\">Mate<\/a>us 6:9-13, a velha forma foi retida para suas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00f5es<\/a> tanto por <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12495a.htm\">protestantes<\/a> como por <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03449a.htm\">cat\u00f3licos<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto \u00e0 <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00e3o<\/a> em si, a vers\u00e3o em <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/luk011.htm#vrs2\">S. Lu<\/a>cas 11:2-4, dada por <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08374c.htm\">Cristo<\/a> em resposta ao pedido de Seus <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05029a.htm\">disc\u00edpulos<\/a>, defere em alguns detalhes menores da forma com que <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/mat006.htm#vrs9\">S. Mate<\/a>us (6:9-15) introduz o Serm\u00e3o da Montanha, mas claramente n\u00e3o h\u00e1 raz\u00e3o pela qual estas duas ocasi\u00f5es deveriam ser consideradas id\u00eanticas. Seria quase inevit\u00e1vel que se <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08374c.htm\">Cristo<\/a> tivesse ensinado esta <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00e3o<\/a> a Seus <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05029a.htm\">disc\u00edpulos<\/a> Ele deveria t\u00ea-la repetido mais de uma vez. Parece prov\u00e1vel, pela forma na qual o Pai Nosso aparece na \u201cDidaqu\u00e9\u201d, que a vers\u00e3o em <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10056b.htm\">S. Mateus<\/a> foi aquela que a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03744a.htm\">Igreja<\/a> adotou desde o in\u00edcio para prop\u00f3sitos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09306a.htm\">lit\u00fargicos<\/a>. Em tempo, nenhuma grande import\u00e2ncia pode ser fixada \u00e0s semelhan\u00e7as que foram tra\u00e7adas entre as peti\u00e7\u00f5es da ora\u00e7\u00e3o do Senhor e aquelas encontradas nas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00f5es<\/a> de origem judaica que eram correntes no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14726a.htm\">tempo<\/a> de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08374c.htm\">Cristo<\/a>. Certamente n\u00e3o h\u00e1 raz\u00e3o para tratar a f\u00f3rmula <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03712a.htm\">crist\u00e3<\/a> como um pl\u00e1gio, j\u00e1 que em primeiro lugar as semelhan\u00e7as s\u00e3o apenas parciais e, em segundo luga n\u00e3o temos evid\u00eancias satisfat\u00f3rias de que as <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00f5es<\/a> judaicas fossem realmente anteriores em <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04636c.htm\">data<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre a interpreta\u00e7\u00e3o da ora\u00e7\u00e3o do Senhor, muito j\u00e1 foi escrito, a despeito do fato de que \u00e9 plenamente simples, natural e espont\u00e2nea e, como tal, preeminentemente adaptada ao uso popular. No quase oficial &#8220;Catechismus ad parochos&#8221;, preparado em 1564 de acordo com os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04670a.htm\">decretos<\/a> do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15030c.htm\">Conc\u00edlio de Trento<\/a>, um coment\u00e1rio elaborado sobre a ora\u00e7\u00e3o do Senhor foi fornecido e forma a base da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01450a.htm\">an\u00e1lise<\/a> do Pai Nosso encontrada em todos os catecismos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03449a.htm\">cat\u00f3licos<\/a>. Muitos pontos que merecem aten\u00e7\u00e3o foram enfatizados, como, por exemplo, o fato de que as palavras &#8220;Assim na terra como no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07170a.htm\">C\u00e9u<\/a>&#8221; deve ser compreendida para qualificar n\u00e3o apenas a peti\u00e7\u00e3o &#8220;Seja feita a Vossa vontade&#8221;, mas tamb\u00e9m as duas precedentes, &#8220;santificado seja o Vosso <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08329a.htm\">nome<\/a>&#8221; e &#8220;Venha a n\u00f3s o Vosso reino&#8221;. O significado desta \u00faltima peti\u00e7\u00e3o \u00e9 tamb\u00e9m tratado de maneira muito plena. A dificuldade mais consp\u00edcua no texto original do Pai Nosso se d\u00e1 na interpreta\u00e7\u00e3o das palavras <em>artos epiousios<\/em> que de acordo com a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15515b.htm\">Vulgata<\/a> em S. Lucas n\u00f3s traduzimos &#8220;o p\u00e3o nosso de cada dia&#8221;, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08341a.htm\">S. Jer\u00f4nimo<\/a>, por uma estranha inconsist\u00eancia, alterou a palavra pr\u00e9-existente <em>quotidianum<\/em> para <em>supersubstantialem<\/em> em <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10056b.htm\">S. Mateus<\/a> mas deixou <em>quotidianum<\/em> em S. Lucas. A opini\u00e3o dos estudiosos modernos sobre o ponto \u00e9 suficientemente indicada pelo fato de que a Vers\u00e3o Revisada ainda imprime &#8220;de cada dia&#8221; no texto, mas sugere nas notas &#8220;nosso p\u00e3o para o dia que vem&#8221;, enquanto que o Comit\u00ea Americano quereria acrescentar &#8220;nosso p\u00e3o necess\u00e1rio&#8221;. Por \u00faltimo pode ser notada a opini\u00e3o geralmente acolhida de que a resolu\u00e7\u00e3o da \u00faltima cl\u00e1usula deveria ser &#8220;livrai-nos do maligno&#8221;, uma mudan\u00e7a que justifica o uso do &#8220;mas&#8221; no lugar do &#8220;e&#8221; e praticamente converte as duas \u00faltimas cl\u00e1usulas em uma mesma e \u00fanica peti\u00e7\u00e3o. A <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05150a.htm\">doxologia<\/a> &#8220;porque Teu \u00e9 o Reino&#8221;, etc., que aparece no <em>textus receptus<\/em> grego e foi adotada nas \u00faltimas edi\u00e7\u00f5es do &#8220;Livro da Ora\u00e7\u00e3o Comum&#8221;, \u00e9 indubitavelmente uma interpola\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Na <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09306a.htm\">liturgia<\/a> da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03744a.htm\">Igreja<\/a> o Pai Nosso det\u00e9m um lugar muito consp\u00edcuo. Alguns comentarista supuseram <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05525a.htm\">erroneamente<\/a>, de uma passagem nos escritos de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06780a.htm\">S. Greg\u00f3rio Magno<\/a> (Ep., ix, 12), que ele <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02408b.htm\">acreditava<\/a> que o p\u00e3o e o vinho da Eucaristia eram <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04276a.htm\">consagrados<\/a> nos tempos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01626c.htm\">Apost\u00f3licos<\/a> pela recita\u00e7\u00e3o do Pai Nosso sozinho. Por\u00e9m enquanto este provavelmente n\u00e3o \u00e9 o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15073a.htm\">verdadeiro<\/a> sentido da passagem, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08341a.htm\">S. Jer\u00f4nimo<\/a> afirmou (Adv. Pelag., iii, 15) que &#8220;nosso Senhor ensinou Ele pr\u00f3prio a Seus <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05029a.htm\">disc\u00edpulos<\/a> que diariamente no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10006a.htm\">Sacrif\u00edcio de Seu Corpo<\/a> eles deveriam vigorosamente dizer \u2018Pai Nosso\u2019 etc.&#8221; <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06780a.htm\">S. Greg\u00f3rio<\/a> deu ao Pater seu lugar atual na Missa Romana imediatamente ap\u00f3s o <em>Canon<\/em> (Ora\u00e7\u00e3o Eucar\u00edstica) e antes da fra\u00e7\u00e3o [da h\u00f3stia], e \u00e9 um antigo <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04576a.htm\">costume<\/a> que toda a congrega\u00e7\u00e3o deve responder nas palavras &#8220;Sed libera nos a malo&#8221;. Na <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09306a.htm\">liturgia<\/a> grega um leitor recita o Pai Nosso em voz alta enquanto o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12406a.htm\">padre<\/a> e as pessoas repetem silenciosamente. Ainda no ritual do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02258b.htm\">batismo<\/a> a recita\u00e7\u00e3o do Pai Nosso foi desde os tempos antigos uma caracter\u00edstica not\u00f3ria e no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11219a.htm\">Of\u00edcio Divino<\/a> ele ocorre repetidamente al\u00e9m de ser recitado tanto no in\u00edcio como no final.<\/p>\n\n\n\n<p>Em muitas regras <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10459a.htm\">mon\u00e1sticas<\/a>, foi ordenado que os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09093a.htm\">irm\u00e3os leigos<\/a>, que n\u00e3o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08673a.htm\">sabiam<\/a> latim, ao inv\u00e9s do Of\u00edcio Divino deveriam rezar a ora\u00e7\u00e3o do Senhor um certo n\u00famero de vezes (geralmente na ordem das centenas) <em>per diem<\/em>. Para contar estas repeti\u00e7\u00f5es eles faziam o uso de pedras ou <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">contas<\/a> amarradas em uma corda, e este aparato foi comumente conhecido como um &#8220;pater-noster&#8221;, um nome que era mantido mesmo quando um tal colar de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">contas<\/a> era usado para contar, n\u00e3o Pai Nossos, mas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07110b.htm\">Ave Marias<\/a> na r\u00e9cita do Salt\u00e9rio de Nossa Senhora ou, em outras palavras, na r\u00e9cita do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13184b.htm\">ros\u00e1rio<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Embora o termo em latim oratio dominica seja de idade antiga, a frase &#8220;Ora\u00e7\u00e3o do Senhor&#8221; n\u00e3o parece ter sido genericamente familiar na Inglaterra antes da Reforma. Durante a Idade M\u00e9dia o &#8220;Pai Nosso&#8221; era sempre rezado em latim, mesmo pelos analfabetos. Por isso era mais comumente conhecida como o Pater noster. 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