{"id":370,"date":"2021-05-24T19:56:35","date_gmt":"2021-05-24T22:56:35","guid":{"rendered":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/?p=370"},"modified":"2022-02-21T12:22:46","modified_gmt":"2022-02-21T15:22:46","slug":"o-rosario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/?p=370","title":{"rendered":"O Ros\u00e1rio"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"na-igreja-ocidental\">Na Igreja Ocidental<\/h2>\n\n\n\n<p>&#8220;O Ros\u00e1rio&#8221;, como diz o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02768b.htm\">Brevi\u00e1rio Romano<\/a>, &#8220;\u00e9 uma certa forma de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00e3o<\/a> na qual n\u00f3s recitamos quinze dezenas de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07110b.htm\">Ave Marias<\/a> com um <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09356a.htm\">Pai Nosso<\/a> entre cada dez, enquanto a cada uma dessas dezenas n\u00f3s recordamos sucessivamente em piedosa medita\u00e7\u00e3o um dos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10662a.htm\">mist\u00e9rios<\/a> de nossa <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12677d.htm\">Reden\u00e7\u00e3o<\/a>&#8220;. A mesma li\u00e7\u00e3o para a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13189a.htm\">Festa do Santo Ros\u00e1rio<\/a> nos informa que quando a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01267e.htm\">heresia albigense<\/a> estava devastando a prov\u00edncia de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14795b.htm\">Toulouse<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05106a.htm\">S. Domingos<\/a> suplicou seriamente pela ajuda de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15464b.htm\">Nossa Senhora<\/a> e foi instru\u00eddo por ela, assim diz a tradi\u00e7\u00e3o, a pregar o Ros\u00e1rio entre as pessoas como um ant\u00eddoto para a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07256b.htm\">heresia<\/a> e o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14004b.htm\">pecado<\/a>. A partir daquele momento esta maneira de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00e3o<\/a> foi &#8220;mais maravilhosamente publicada amplamente e desenvolvida [<em>promulgari augerique coepit<\/em>] por <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05106a.htm\">S. Domingos<\/a> a quem diferentes <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12260a.htm\">Supremos Pont\u00edfices<\/a> em v\u00e1rias eras passadas em suas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01640a.htm\">cartas apost\u00f3licas<\/a> declararam ser o instituidor e autor desta mesma <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12275b.htm\">devo\u00e7\u00e3o<\/a>&#8220;. Que muitos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12260a.htm\">papas<\/a> o tenham dito \u00e9 indubitavelmente <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15073a.htm\">verdade<\/a>, e dentre o restante n\u00f3s temos uma s\u00e9rie de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05413a.htm\">enc\u00edclicas<\/a>, come\u00e7ando em 1883, emitida pelo <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09169a.htm\">Papa Le\u00e3o XIII<\/a>, que, enquanto recomendava esta <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12275b.htm\">devo\u00e7\u00e3o<\/a> aos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05769a.htm\">fi\u00e9is<\/a> nos termos mais sinceros, assumiu a institui\u00e7\u00e3o do Ros\u00e1rio por <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05106a.htm\">S. Domingos<\/a> como um fato <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07635a.htm\">historicamente<\/a> estabelecido. Dos frutos not\u00e1veis desta <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12275b.htm\">devo\u00e7\u00e3o<\/a> e dos extraordin\u00e1rios favores que foram concedidos ao mundo, conforme \u00e9 piamente <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02408b.htm\">crido<\/a>, atrav\u00e9s deste meio, algumas coisas ser\u00e3o contadas dentro dos artigos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13189a.htm\"><u>F<\/u><u>ESTA DO ROS\u00c1RIO<\/u><\/a> e <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13188b.htm\"><u>C<\/u><u>ONFRARIAS DO ROS\u00c1RIO<\/u><\/a>. N\u00f3s iremos nos resumir aqui \u00e0 controvertida quest\u00e3o de sua <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07635a.htm\">hist\u00f3ria<\/a>, uma quest\u00e3o que tanto em meados do s\u00e9culo XVIII e novamente em anos recentes tem atra\u00eddo muita aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Comecemos com certos fatos que n\u00e3o ser\u00e3o contestados. \u00c9 toleravelmente \u00f3bvio que sempre que qualquer <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00e3o<\/a> tenha que ser repetida um grande n\u00famero de vezes recorrentemente \u00e9 comum se precisar de algum aparato mec\u00e2nico menos problem\u00e1tico para contar que usar apenas os dedos. Em quase todos os pa\u00edses, ent\u00e3o, nos deparamos com algo da natureza de um contador de ora\u00e7\u00f5es ou <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">ros\u00e1rio de contas<\/a>. Mesmo na antiga N\u00ednive uma <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13641b.htm\">escultura<\/a> foi encontrada assim descrita por Lavard em seu &#8220;Monumentos&#8221; (I, plate 7): &#8220;Duas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15687b.htm\">mulheres<\/a> aladas paradas diante da \u00e1rvore sagrada em atitude de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00e3o<\/a>; elas trazem a m\u00e3o direita estendida e seguram na esquerda uma grinalda ou ros\u00e1rio&#8221;. Seja o que isso for, \u00e9 certo que entre os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10424a.htm\">maometanos<\/a> o <em>Tasbih<\/em> ou colar de contas, consistindo de 33, 66, ou 99 <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">contas<\/a>, e usado para contar devotamente os nomes de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01316a.htm\">Allah<\/a>, tem estado em uso por muitos s\u00e9culos. Marco Polo, visitando o Rei de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09558a.htm\">Malabar<\/a> no s\u00e9culo XIII, descobriu para a sua surpresa que aquele monarca empregava um ros\u00e1rio de 104 (? 108) pedras preciosas para contar suas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00f5es<\/a>. <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06233b.htm\">S. Francisco Xavier<\/a> e seus companheiros ficaram igualmente admirados de ver que ros\u00e1rios eram universalmente familiares aos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03028b.htm\">budistas<\/a> do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08297a.htm\">Jap\u00e3o<\/a>. Entre os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10487b.htm\">monges<\/a> da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06752a.htm\">Igreja Grega<\/a> n\u00f3s ouvimos falar do <em>kombologion<\/em>, ou <em>komboschoinion<\/em>, um cord\u00e3o com uma centena de n\u00f3s usados para contar <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06423a.htm\">genuflex\u00f5es<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13785a.htm\">sinais da cruz<\/a>. Da mesma forma, ao lado das m\u00famia de um <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03712a.htm\">crist\u00e3o<\/a> <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01767c.htm\">asceta<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14553d.htm\">Thaias<\/a>, do s\u00e9culo IV, recentemente desenterrado em <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01564a.htm\">Antin\u00f6e<\/a> no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05329b.htm\">Egito<\/a>, foi encontrado um tipo de tabuleiro de cribbage com buracos, que geralmente era tido como um aparato para contar <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00f5es<\/a>, do qual <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11425a.htm\">Paladio<\/a> e outras autoridades da antiguidade nos deixaram relatos. Um certo <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11590b.htm\">Paulo, o Eremita<\/a>, no s\u00e9culo IV, tinha imposto a si mesmo a tarefa de repetir trezentas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00f5es<\/a>, de acordo com uma forma definida, todos os dias. Para faz\u00ea-lo, ele reunia trezentos seixos e arremessava uma fora cada vez que uma <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00e3o<\/a> era finalizada (<a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11425a.htm\">Paladio<\/a>, <em>Hist. Laus.<\/em>, xx; Butler, II, 63). \u00c9 prov\u00e1vel que outros <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01767c.htm\">ascetas<\/a> que tamb\u00e9m contavam suas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00f5es<\/a> na base das centenas adotaram algum expediente similar. (Cf. &#8220;Vita S. Godrici&#8221;, cviii.) De fato quando n\u00f3s encontramos um <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12436b.htm\">privil\u00e9gio<\/a> <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12260a.htm\">papal<\/a> endere\u00e7ado aos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10487b.htm\">monges<\/a> de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01616a.htm\">S. Apolin\u00e1rio<\/a> em Classe requerendo deles, em gratid\u00e3o pelos benef\u00edcios do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01155b.htm\">papa<\/a>, recitar o <em><a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08714a.htm\">Kyrie eleison<\/a><\/em> trezentas vezes duas vezes por dia (ver o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12436b.htm\">privil\u00e9gio<\/a> de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01155b.htm\">Adriano I<\/a>, 782 d.C., em Jaffe-L\u00f6wenfeld, n. 2437), \u00e9 de se supor que algum dispositivo de contagem quase que necessariamente deve ter sido usado para este prop\u00f3sito.<\/p>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m havia outras <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00f5es<\/a> a serem contadas mais intimamente ligadas com o Ros\u00e1rio que <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08714a.htm\">Kyrie eleisons<\/a>. Desde cedo entre as <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10459a.htm\">ordens mon\u00e1sticas<\/a> se estabeleceu a pr\u00e1tica de n\u00e3o apenas oferecer <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10006a.htm\">missas<\/a>, mas de recitar <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00f5es<\/a> como um sufr\u00e1gio por seus irm\u00e3os falecidos. Para este prop\u00f3sito a recita\u00e7\u00e3o privada dos 150 <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12553a.htm\">salmos<\/a>, ou de 50 <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12553a.htm\">salmos<\/a>, a ter\u00e7a parte, era constantemente imposta. J\u00e1 em 800 d.C. n\u00f3s aprendemos do pacto entre <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13349a.htm\">S. Galo<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12723a.htm\">Reichenau<\/a> (&#8220;Mon. Germ. Hist.: Confrat.&#8221;, Piper, 140) que para cada irm\u00e3o falecido todos os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12406a.htm\">padres<\/a> deveriam rezar uma <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10006a.htm\">missa<\/a> e tamb\u00e9m cinquenta <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12553a.htm\">salmos<\/a>. Uma escritura em Kemble (Cod. Dipl., I, 290) prescrevia que cada <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10487b.htm\">monge<\/a> deveria cantar duas <em>cinquentas<\/em> (<em>twa fiftig<\/em>) pelas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14153a.htm\">almas<\/a> de certos benfeitores, enquanto cada <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12406a.htm\">padre<\/a> deveria cantar duas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10006a.htm\">missas<\/a> e cada <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04647c.htm\">di\u00e1cono<\/a> ler duas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11530a.htm\">Paix\u00f5es<\/a>. Mas com o passar do tempo, e com os <em><a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04346b.htm\">conversi<\/a><\/em>, ou <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09093a.htm\">irm\u00e3os leigos<\/a>, a maioria deles praticamente iletrados, se tornando distintos dos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10487b.htm\">monges<\/a> do coro, sentiu-se que se deveria requerer que eles substitu\u00edssem alguma forma simples de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00e3o<\/a> no lugar dos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12553a.htm\">salmos<\/a> aos quais seus irm\u00e3os mais <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05295b.htm\">educados<\/a> eram obrigados pela regra. Assim n\u00f3s lemos nos &#8220;Antigos Costumes de Cluny&#8221;, colecionados por Udalrio em 1096, que quando a morte de qualquer irm\u00e3o \u00e0 dist\u00e2ncia era anunciada, cada <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12406a.htm\">padre<\/a> deveria oferecer uma <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10006a.htm\">missa<\/a>, e cada n\u00e3o-padre deveria ou rezar cinquenta <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12553a.htm\">salmos<\/a> ou repetir cinquenta vezes o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09356a.htm\">Paternoster<\/a> (&#8220;<em>quicunque sacerdos est cantet missam pro eo, et qui non est sacerdos quinquaginta psalmos aut toties orationem dominicam<\/em>&#8220;, P.L., CXLIX, 776). De maneira similar entre os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14493a.htm\">Cavaleiros Templ\u00e1rios<\/a>, cuja regra data de por volta de 1128, aos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03691a.htm\">cavaleiros<\/a> que n\u00e3o podiam atender ao coro era requerido que rezasse a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09356a.htm\">Ora\u00e7\u00e3o do Senhor<\/a> 57 vezes ao todo e quando da morte de qualquer um dos irm\u00e3os eles deveriam rezar o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09356a.htm\">Pater Noster<\/a> uma centena de vezes por uma semana.<\/p>\n\n\n\n<p>Para cont\u00e1-los com precis\u00e3o h\u00e1 todas as raz\u00f5es para <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02408b.htm\">acreditar<\/a> que j\u00e1 nos s\u00e9culos XI e XII tinha surgido uma pr\u00e1tica de usar seixos, sementes, ou discos de ossos presos em uma corda. De todo modo \u00e9 certo que a Condessa Godiva de Coventry (c. 1075) deixou por vontade \u00e0 est\u00e1tua de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15464b.htm\">Nossa Senhora<\/a> em um certo <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04340c.htm\">mosteiro<\/a> &#8220;o aro de pedras preciosas que ela tran\u00e7ou em um cord\u00e3o de modo que dedilhando por elas uma a uma ela pudesse contar suas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00f5es<\/a> com exatid\u00e3o&#8221; (Malmesbury, &#8220;Gesta Pont.&#8221;, Rolls Series 311). Um outro exemplo parece ocorrer no caso de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13184a.htm\">Sta. Ros\u00e1lia<\/a> (1160 d.C.), em cujo <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14773b.htm\">t\u00famulo<\/a> fios similares de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">contas<\/a> foram descobertos. Ainda mais importante \u00e9 o fato de que tais fios de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">contas<\/a> foram conhecidos por toda a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10285c.htm\">Idade M\u00e9dia<\/a> \u2014 e em algumas l\u00ednguas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05607b.htm\">continentais<\/a> s\u00e3o conhecidas at\u00e9 hoje \u2014 como &#8220;Paternosters&#8221; (n.d.t.: \u201cpadre-nossos\u201d ou \u201cpai-nossos\u201d). As evid\u00eancias disso s\u00e3o esmagadoras e v\u00eam de cada parte da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05607b.htm\">Europa<\/a>. J\u00e1 no s\u00e9culo XIII os fabricantes destes artigos, que eram conhecidos como &#8220;paternosterers&#8221;, quase em todos os lugares formavam uma renomada <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07066c.htm\">guilda de artes\u00e3os<\/a> de consider\u00e1vel import\u00e2ncia. O &#8220;Livre des m\u00e9tiers&#8221; de Stephen Boyleau, por exemplo, fornece informa\u00e7\u00e3o completa a respeito das quatro <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07066c.htm\">guildas<\/a> de <em>paten\u00f4triers<\/em> em <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11480c.htm\">Paris<\/a> no ano de 1268, enquanto a Paternoster Row em <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09341a.htm\">Londres<\/a> ainda preserva a mem\u00f3ria da rua na qual seus companheiros artes\u00e3os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05431b.htm\">ingleses<\/a> se reuniam. Portanto a dedu\u00e7\u00e3o \u00f3bvia \u00e9 que um dispositivo que foi persistentemente chamado de &#8220;Paternoster&#8221;, ou em <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09019a.htm\">latim<\/a> <em>fila de paternoster, numeralia de paternoster<\/em>, e por a\u00ed vai, foi, pelo menos originalmente, desenvolvido para contar <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09356a.htm\">Pai Nossos<\/a>. Esta infer\u00eancia, extra\u00edda e ilustrada com muito conhecimento pelo Padre T. Esser, O.P., em 1897, se tornou uma certeza pr\u00e1tica quando ele recordou que foi apenas em meados do s\u00e9culo XII que a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07110b.htm\">Ave Maria<\/a> passou a ser usada no geral como uma f\u00f3rmula de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12275b.htm\">devo\u00e7\u00e3o<\/a>. \u00c9 moralmente imposs\u00edvel que o aro de joias de Lady Godiva tenha sido destinado a contar <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07110b.htm\">Ave Marias<\/a>. Por isso n\u00e3o pode haver d\u00favida de que os cord\u00f5es de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">contas de ora\u00e7\u00f5es<\/a> foram chamados de &#8220;paternosters&#8221; porque por um longo tempo eles eram empregados principalmente para contar repeti\u00e7\u00f5es da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09356a.htm\">Ora\u00e7\u00e3o do Senhor<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando, contudo, a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07110b.htm\">Ave Maria<\/a> passou a ser usada, parece que desde o in\u00edcio a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04274a.htm\">consci\u00eancia<\/a> de que ela era por sua pr\u00f3pria natureza uma sauda\u00e7\u00e3o mais que uma <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00e3o<\/a> induziu um costume de repeti-la v\u00e1rias vezes seguidamente, acompanhadas por <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06423a.htm\">genuflex\u00f5es<\/a> ou algum outro <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01115a.htm\">ato<\/a> exterior de rever\u00eancia. Assim como ocorre nos dias de hoje nos disparos de sauda\u00e7\u00f5es, ou nos aplausos dados a uma exibi\u00e7\u00e3o em p\u00fablico, ou nas rodadas de vivas evocadas entre estudantes nas chegadas e partidas, do mesmo modo ent\u00e3o a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07462a.htm\">honra<\/a> rendida por tais sauda\u00e7\u00f5es era medida em n\u00fameros e continua\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, desde a recita\u00e7\u00e3o dos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12553a.htm\">Salmos<\/a> dividida em grupos de cinquenta foi, como in\u00fameros documentos atestam, a forma favorita de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12275b.htm\">devo\u00e7\u00e3o<\/a> para religiosos e pessoas instru\u00eddas, ent\u00e3o aqueles que eram humildes ou muito ocupados <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09397a.htm\">amavam<\/a>, pela repeti\u00e7\u00e3o de cinquenta, uma centena, ou de cento e cinquenta sauda\u00e7\u00f5es de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15464b.htm\">Nossa Senhora<\/a>, sentir que eles estavam imitando a pr\u00e1tica dos mais exaltados <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04171a.htm\">servos<\/a> de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a>. Em todo caso \u00e9 certo que no decurso do s\u00e9culo XII e antes do nascimento de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05106a.htm\">S. Domingos<\/a>, a pr\u00e1tica de recitar 50 ou 150 <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07110b.htm\">Ave Marias<\/a> se tornou bastante comum. A evid\u00eancia mais conclusiva disto \u00e9 oferecida pelas &#8220;Mary-legends&#8221;, ou hist\u00f3rias de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15464b.htm\">Nossa Senhora<\/a>, que alcan\u00e7ou ampla circula\u00e7\u00e3o \u00e0quela \u00e9poca. A hist\u00f3ria de Eulalia, em particular, segundo a qual a uma devota da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15464b.htm\">Virgem Maria<\/a> que havia sido ordenada a rezar cento e cinquenta <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07110b.htm\">Aves<\/a> foi proposto por ela a rezar apenas cinquenta, mas mais devagar, foi demonstrada por Mussafia (Marien-legenden, Pts I, ii) como sendo inquestionavelmente antiga. N\u00e3o menos conclusivo \u00e9 o relato dado de Sto. Alberto (m. 1140) por seu bi\u00f3grafo contempor\u00e2neo, que nos conta: &#8220;Cem vezes por dia ele <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06423a.htm\">dobrou seus joelhos<\/a>, e cinquenta vezes ele se prostrou levantando seu corpo novamente pelos dedos das m\u00e3os e p\u00e9s, enquanto repetia a cada <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06423a.htm\">genuflex\u00e3o<\/a>: &#8216;Ave Maria, cheia de gra\u00e7a, o Senhor \u00e9 convosco, bendita sois v\u00f3s entre as <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15687b.htm\">mulheres<\/a> e bendito \u00e9 o fruto do vosso ventre'&#8221;. Esta era a vers\u00e3o completa da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07110b.htm\">Ave Maria<\/a> recitada ent\u00e3o, e o fato de todas as palavras terem sido escritas implica que a f\u00f3rmula ainda n\u00e3o tinha se tornado universalmente conhecida. N\u00e3o menos not\u00e1vel \u00e9 o relato de um <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12275b.htm\">exerc\u00edcio devocional<\/a> similar que aparece nos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09614b.htm\">manuscritos<\/a> de Corpus Christi do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01464a.htm\">Ancren Riwle<\/a>. Este texto, declarado por K\u00f6lbing como tendo sido escrito em meados do s\u00e9culo XII (Englische Studien, 1885, P. 116), em todo caso dificilmente \u00e9 mais antigo que 1200. A passagem em quest\u00e3o d\u00e1 orienta\u00e7\u00f5es de como cinquenta <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07110b.htm\">Aves<\/a> devem ser rezadas divididas em conjuntos de dez, com prostra\u00e7\u00f5es e outros gestos de rever\u00eancia. (Ver The Month, julho de 1903). Quando n\u00f3s encontramos tais exerc\u00edcios recomendados a um pequeno grupo de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01462b.htm\">anacoretas<\/a> dum canto da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05431b.htm\">Inglaterra<\/a>, vinte anos antes de qualquer funda\u00e7\u00e3o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05106a.htm\">dominicana<\/a> ter sido feita naquele pa\u00eds, parece dif\u00edcil de resistir \u00e0 conclus\u00e3o de que o costume de recitar cinquenta ou cento e cinquenta <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07110b.htm\">Aves<\/a> tinha se tornado familiar, independentemente, e at\u00e9 antes, da prega\u00e7\u00e3o de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05106a.htm\">S. Domingos<\/a>. Por outro lado, a pr\u00e1tica de meditar sobre certos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10662a.htm\">mist\u00e9rios<\/a> definitivos, que foi corretamente descrito como a justa ess\u00eancia da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12275b.htm\">devo\u00e7\u00e3o<\/a> do Ros\u00e1rio, parece ter apenas surgido muito depois da data da morte de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05106a.htm\">S. Domingos<\/a>. \u00c9 dif\u00edcil provar uma negativa, mas o Padre T. Esser, O.P., demonstrou (no peri\u00f3dico &#8220;Der Katholik&#8221;, de Mainz, out., nov., dez. de 1897) que a introdu\u00e7\u00e3o desta medita\u00e7\u00e3o durante a recita\u00e7\u00e3o das <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07110b.htm\">Aves<\/a> era corretamente atribu\u00edda a um certo <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03388a.htm\">cartuxo<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05112b.htm\">Dominic da Pr\u00fassia<\/a>. \u00c9 em todo caso certo que no final do s\u00e9culo XV a m\u00e1xima poss\u00edvel varia\u00e7\u00e3o dos m\u00e9todos de medita\u00e7\u00e3o prevaleceu, e que os quinze <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10662a.htm\">mist\u00e9rios<\/a> agora normalmente aceitos n\u00e3o foram uniformemente aderidos mesmo pelos pr\u00f3prios <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12354c.htm\">dominicanos<\/a>. (Ver Schmitz, &#8220;Rosenkranzgebet&#8221;, p. 74; Esser in &#8220;Der Katholik for 1904-6.) Resumindo, n\u00f3s temos evid\u00eancias positivas de que tanto a inven\u00e7\u00e3o das <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">contas<\/a> como um aparato para contar e tamb\u00e9m a pr\u00e1tica de repetir cento e cinquenta <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07110b.htm\">Aves<\/a> n\u00e3o pode ser atribu\u00edda a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05106a.htm\">S. Domingos<\/a>, porque elas s\u00e3o ambas notoriamente mais velhas que o seu tempo. Al\u00e9m disso, n\u00f3s estamos certos de que a medita\u00e7\u00e3o sobre os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10662a.htm\">mist\u00e9rios<\/a> n\u00e3o foi introduzida at\u00e9 dois s\u00e9culos ap\u00f3s a sua morte. O qu\u00ea ent\u00e3o, somos levados a perguntar, restou daquilo que <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05106a.htm\">S. Domingos<\/a> pode ser chamado de autor?<\/p>\n\n\n\n<p>Estas raz\u00f5es positivas para desacreditar da tradi\u00e7\u00e3o atual pode em certa medida ser ignoradas como refinamentos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03705a.htm\">arqueol\u00f3gicos<\/a>, se houver qualquer evid\u00eancia satisfat\u00f3ria que mostre que <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05106a.htm\">S. Domingos<\/a> tenha identificado a si mesmo com o Ros\u00e1rio pr\u00e9-existente e tenha se tornado seu ap\u00f3stolo. Por\u00e9m aqui n\u00f3s nos encontramos com um absoluto sil\u00eancio. Dos oito ou nove antigos \u201cVidas dos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04171a.htm\">santos<\/a>\u201d, nenhum faz a mais remota alus\u00e3o ao Ros\u00e1rio. As testemunhas que deram evid\u00eancia na causa da sua <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02364b.htm\">canoniza\u00e7\u00e3o<\/a> s\u00e3o igualmente reticentes. Na grande cole\u00e7\u00e3o de documentos acumulados pelos Padres Balme e Lelaidier, O.P., em seu &#8220;Cartulaire de St. Dominique&#8221; a quest\u00e3o \u00e9 solenemente ignorada. As antigas constitui\u00e7\u00f5es de diferentes prov\u00edncias da ordem foram examinadas, e muitas delas impressas, mas ningu\u00e9m encontrou qualquer refer\u00eancia a esta <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12275b.htm\">devo\u00e7\u00e3o<\/a>. N\u00f3s possu\u00edmos centenas, e mesmo milhares, de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09614b.htm\">manuscritos<\/a> contendo tratados devocionais, serm\u00f5es, cr\u00f4nicas, biografias de santos, etc., escritas pelos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12354c.htm\">Freis Pregadores<\/a> entre 1220 e 1450; mas nenhuma passagem verific\u00e1vel foi ainda apresentada que fale do Ros\u00e1rio como institu\u00eddo por <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05106a.htm\">S. Domingos<\/a> o que at\u00e9 mesmo fa\u00e7a muito da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12275b.htm\">devo\u00e7\u00e3o<\/a> como alguma especialmente cara a seus filhos. As cartas e outros atos dos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04340c.htm\">conventos<\/a> <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12354c.htm\">dominicanos<\/a> para homens e <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15687b.htm\">mulheres<\/a>, como M. Jean Guiraud apontou com \u00eanfase em sua edi\u00e7\u00e3o do Cartulaire of La Prouille (I, cccxxviii), s\u00e3o igualmente silentes. Nem n\u00f3s encontramos qualquer sugest\u00e3o de uma conex\u00e3o entre <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05106a.htm\">S. Domingos<\/a> e o ros\u00e1rio nas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11395a.htm\">pinturas<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13641b.htm\">esculturas<\/a> destes dois s\u00e9culos e meio. Mesmo o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14773b.htm\">t\u00famulo<\/a> de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05106a.htm\">S. Domingos<\/a> em Bolonha e os in\u00fameros afrescos de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01483b.htm\">Fra Angelico<\/a> representando os irm\u00e3os de sua ordem ignoram o ros\u00e1rio completamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Impressionados por esta conspira\u00e7\u00e3o de sil\u00eancio, os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02630a.htm\">bolandistas<\/a>, ao tentar tra\u00e7ar at\u00e9 a sua fonte a origem da tradi\u00e7\u00e3o atual, descobriram que todas as pistas convergiam para um ponto, a prega\u00e7\u00e3o do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12354c.htm\">dominicano<\/a> <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01246a.htm\">Alan de Rupe<\/a> por volta dos anos 1470-75. Ele que indubitavelmente fora o primeiro a sugerir a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07630a.htm\">ideia<\/a> de que a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12275b.htm\">devo\u00e7\u00e3o<\/a> do &#8220;Salt\u00e9rio de Nossa Senhora&#8221; (cento e cinquenta <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07110b.htm\">Ave Marias<\/a>) tivesse sido institu\u00edda ou revivida por <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05106a.htm\">S. Domingos<\/a>. <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01246a.htm\">Alan<\/a> era um <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09580c.htm\">homem<\/a> muito s\u00e9rio e devoto, mas, como as autoridades mais altas admitem, era cheio de del\u00edrios, e baseava suas revela\u00e7\u00f5es no testemunho imagin\u00e1rio de escritores que nunca existiram (ver Qu\u00e9tif e <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05270a.htm\">Echard<\/a>, &#8220;Scriptores O.P.&#8221;, 1, 849). Sua prega\u00e7\u00e3o, entretanto, foi atendida com muito sucesso. As <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13188b.htm\">Confrarias do Ros\u00e1rio<\/a>, organizadas por ele e seus colegas em <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05138a.htm\">Douai<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04116a.htm\">Col\u00f4nia<\/a>, e em todo lugar teve grande voga, e levou \u00e0 impress\u00e3o de muitos livros, todos mais ou menos impregnados com as <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07630a.htm\">ideias<\/a> de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01246a.htm\">Alan<\/a>. <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07783a.htm\">Indulg\u00eancias<\/a> foram concedidas pelo <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06636b.htm\">bom<\/a> trabalho que era assim feito e os documentos concedendo essas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07783a.htm\">indulg\u00eancias<\/a> aceitos e repetidos, como era natural naqueles tempos pouco exigentes, dados <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07635a.htm\">hist\u00f3ricos<\/a> que foram inspirados pelos escritos de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01246a.htm\">Alan<\/a> e que foram submetidos de acordo com a pr\u00e1tica corrente pelos promotores das pr\u00f3prias <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13188b.htm\">confrarias<\/a>. Foi desse jeito que a tradi\u00e7\u00e3o da autoria <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05106a.htm\">dominicana<\/a> cresceu. As primeiras <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03052b.htm\">Bulas<\/a> falam desta autoria com alguma reserva: &#8220;Prout in historiis legitur&#8221; diz <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09162a.htm\">Le\u00e3o X<\/a> na primeira de todas, &#8220;Pastoris aeterni&#8221; 1520; por\u00e9m muitos dos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12260a.htm\">papas<\/a> posteriores foram menos cautelosos.<\/p>\n\n\n\n<p>Duas considera\u00e7\u00f5es apoiam fortemente a vis\u00e3o da tradi\u00e7\u00e3o do ros\u00e1rio exposta acima. A primeira \u00e9 a rendi\u00e7\u00e3o gradual de quase que cada pe\u00e7a not\u00e1vel que foi em um momento ou outro usada para reivindicar os supostos cr\u00e9ditos de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05106a.htm\">S. Domingos<\/a>. <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15001b.htm\">Touron<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03090a.htm\">Alban Butler<\/a> apelaram \u00e0s Mem\u00f3rias de um certo Luminosi de Aposa que declarava ter ouvido <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05106a.htm\">S. Domingos<\/a> pregar em Bolonha, mas estas Mem\u00f3rias foram h\u00e1 muito tempo provadas como sendo uma <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06135b.htm\">falsifica\u00e7\u00e3o<\/a>. Danzas, Von L\u00f6e dentre outros colocaram muita import\u00e2ncia em um afresco em Muret; por\u00e9m o afresco n\u00e3o existe agora, e h\u00e1 uma boa raz\u00e3o para <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02408b.htm\">acreditar<\/a> que o ros\u00e1rio uma vez visto no afresco fora pintado em uma data posterior (&#8220;The Month&#8221; fev. de 1901, p. 179). <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09578a.htm\">Mamachi<\/a>, Esser, Walsh, e Von L\u00f6e dentre outros citam alguns alegados versos contempor\u00e2neos sobre <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05106a.htm\">Domingos<\/a> em liga\u00e7\u00e3o com uma coroa de rosas; o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09614b.htm\">manuscrito<\/a> original desapareceu, e \u00e9 certo que os escritores nomeados haviam impresso <em>Dominicus<\/em> onde Benoist, a \u00fanica pessoa a ver o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09614b.htm\">manuscriyo<\/a>, leu <em>Dominus<\/em>. O famoso testamento de Anthony Sers, que declarava deixar uma heran\u00e7a para a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13188b.htm\">Confraria do Ros\u00e1rio<\/a> em <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11417c.htm\">Palencia<\/a> em 1221, foi apresentada como uma pe\u00e3 conclusiva do testemunho de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09578a.htm\">Mamachi<\/a>; por\u00e9m agora \u00e9 admitido pelas autoridades <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12354c.htm\">dominicanas<\/a> como sendo uma <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06135b.htm\">falsifica\u00e7\u00e3o<\/a> (&#8220;The Irish Rosary\u201d, jan. de 1901, p. 92). Similarmente, uma suposta refer\u00eancia ao assunto feita por <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14661a.htm\">Tom\u00e1s de Kempis<\/a> na &#8220;Cr\u00f4nica do Monte St. Agnes&#8221; \u00e9 uma pura tolice (&#8220;The Month&#8221;, fev. de 1901, p. 187). Com isto pode ser notada a mudan\u00e7a de tom observ\u00e1vel em trabalhos autorizados de refer\u00eancia recentes. No &#8220;Kirchliches Handlexikon&#8221; de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10631a.htm\">Munique<\/a> e na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o do &#8220;Konversationslexikon&#8221; de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07251c.htm\">Herder<\/a> nenhuma tentativa foi feita para defender a tradi\u00e7\u00e3o que conecta <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05106a.htm\">S. Domingos<\/a> pessoalmente com ao origem do Ros\u00e1rio. Outra considera\u00e7\u00e3o que n\u00e3o pode ser desenvolvida \u00e9 a multid\u00e3o de lendas conflitantes a respeito da origem desta <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12275b.htm\">devo\u00e7\u00e3o<\/a> do &#8220;Salt\u00e9rio de Nossa Senhora&#8221; que prevaleceu at\u00e9 o final do s\u00e9culo XV, bem como a inicial diversidade de pr\u00e1ticas na maneira de sua recita\u00e7\u00e3o. Estes fatos concordam com a suposi\u00e7\u00e3o de que ela teve seu surgimento em uma <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13005a.htm\">revela\u00e7\u00e3o<\/a> definitiva e foi ciosamente observada desde o in\u00edcio por uma das mais eruditas e influentes ordens religiosas. Nenhuma d\u00favida pode existir de que a imensa difus\u00e3o do ros\u00e1rio e suas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13188b.htm\">confrarias<\/a> nos tempos modernos e a vasta influ\u00eancia do sua pr\u00e1tica para o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06636b.htm\">bem<\/a> s\u00e3o principalmente devidas aos esfor\u00e7os e \u00e0s <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00f5es<\/a> dos filhos de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05106a.htm\">S. Domingos<\/a>, por\u00e9m a evid\u00eancia <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07635a.htm\">hist\u00f3rica<\/a> serve claramente para mostrar que o seu interesse neste assunto foi apenas despertado nos \u00faltimos anos do s\u00e9culo XV.<\/p>\n\n\n\n<p>Que o ros\u00e1rio \u00e9 preeminentemente a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00e3o<\/a> do povo adaptada tanto para o uso dos mais humildes como dos eruditos \u00e9 provado n\u00e3o penas pela longa s\u00e9rie de elocu\u00e7\u00f5es <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12260a.htm\">papais<\/a> pelas quais ele foi recomendado aos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05769a.htm\">fi\u00e9is<\/a> mas pela experi\u00eancia di\u00e1ria de todos aqueles que est\u00e3o familiarizados com ele. A obje\u00e7\u00e3o feita t\u00e3o frequentemente contra as suas &#8220;repeti\u00e7\u00f5es v\u00e3s&#8221; n\u00e3o \u00e9 sentida sen\u00e3o por aqueles que falharam em perceber como o esp\u00edrito deste exerc\u00edcio reside inteiramente na medita\u00e7\u00e3o dos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10662a.htm\">mist\u00e9rios<\/a> fundamentais da nossa <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05752c.htm\">f\u00e9<\/a>. Para os iniciados as palavras da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07110b.htm\">sauda\u00e7\u00e3o ang\u00e9lica<\/a> formam apenas um tipo de acompanhamento semiconsciente, um bord\u00e3o que n\u00f3s podemos comparar com o &#8220;Santo, Santo, Santo&#8221; dos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01476d.htm\">corais celestiais<\/a> e certamente n\u00e3o \u00e9 em si insignificante. Nem pode ser necess\u00e1rio insistir que o mais livre criticismo da origem <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07635a.htm\">hist\u00f3rica<\/a> da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12275b.htm\">devo\u00e7\u00e3o<\/a>, que n\u00e3o envolve qualquer ponto de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05075b.htm\">doutrina<\/a>, \u00e9 compat\u00edvel com uma completa aprecia\u00e7\u00e3o dos tesouros <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12275b.htm\">devocionais<\/a> que este piedoso exerc\u00edcio traz ao alcance de todos.<\/p>\n\n\n\n<p>A respeito da origem do seu nome, a palavra <em>rosarius<\/em> significa uma grinalda ou buqu\u00ea de rosas, e foi n\u00e3o poucas vezes usado em um sentido figurado \u2014 p.ex. como t\u00edtulo de um livro, para denotar uma antologia ou cole\u00e7\u00e3o de extratos. Uma antiga lenda que ap\u00f3s ter viajado por toda a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05607b.htm\">Europa<\/a> penetrou at\u00e9 mesmo na <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01075e.htm\">Abiss\u00ednia<\/a> relaciona este nome com uma hist\u00f3ria de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15464b.htm\">Nossa Senhora<\/a>, que foi vista colhendo bot\u00f5es de rosa dos l\u00e1bios de um jovem <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10487b.htm\">monge<\/a> quando ele estava recitando <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07110b.htm\">Ave Marias<\/a> e tran\u00e7ando-os em uma guirlanda que ela colocou sobre a sua cabe\u00e7a. Uma vers\u00e3o m\u00e9trica <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06517a.htm\">alem\u00e3<\/a> desta hist\u00f3ria ainda existe, datando do s\u00e9culo XIII. O nome &#8220;Salt\u00e9rio de Nossa Senhora&#8221; pode tamb\u00e9m ser rastreado at\u00e9 o mesmo per\u00edodo. <em>Coroa<\/em> ou <em>ter\u00e7o<\/em> sugere a mesma <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07630a.htm\">ideia<\/a> de <em>rosarium<\/em>. O antigo nome <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05458a.htm\">ingl\u00eas<\/a> encontrado em <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03642b.htm\">Chaucer<\/a> e em todo lugar era um &#8220;par de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">contas<\/a>&#8220;, no qual a palavra <em><a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">conta<\/a><\/em> originalmente significava <em><a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00f5es<\/a><\/em>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"na-igreja-grega-catolica-e-cismatica\">Na Igreja Grega, Cat\u00f3lica e cism\u00e1tica<\/h2>\n\n\n\n<p>O costume de recitar <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00f5es<\/a> usando um colar com n\u00f3s ou <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">contas<\/a> nele a intervalos regulares vem desde os tempos primitivos do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03712a.htm\">cristianismo<\/a>, e ainda \u00e9 praticado no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05230a.htm\">Oriente<\/a> bem como na <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09022a.htm\">Igreja Ocidental<\/a>. Parece ter se originado entre os antigos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10487b.htm\">monges<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07280a.htm\">eremitas<\/a> que usavam um peda\u00e7o de uma pesada corda com n\u00f3s amarados em intervalos nos quais eles recitavam suas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00f5es<\/a> mais curtas. Esta forma de ros\u00e1rio ainda \u00e9 usada entre os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10487b.htm\">monges<\/a> em v\u00e1rias <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06752a.htm\">igrejas gregas<\/a>, embora <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01695c.htm\">arquimandritas<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02581b.htm\">bispos<\/a> usem uma forma muito ornamentada de ros\u00e1rio com <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">contas<\/a> caras. O ros\u00e1rio \u00e9 conferido aos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10467a.htm\">monges gregos<\/a> como parte de sua investidura com as <em>mandyas<\/em> ou h\u00e1bito <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10467a.htm\">mon\u00e1stico<\/a> completo, como o segundo passo na vida <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10467a.htm\">mon\u00e1stica<\/a>, e \u00e9 chamado de sua &#8220;espada espiritual&#8221;. Esta forma <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05230a.htm\">oriental<\/a> de ros\u00e1rio \u00e9 conhecida na <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06752a.htm\">Igreja Hel\u00eanica Grega<\/a> como <em>kombologion<\/em> (ter\u00e7o), ou <em>komboschoinion<\/em> (cord\u00e3o de n\u00f3s ou <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">contas<\/a>), na <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13253a.htm\">Igreja Russa<\/a> como <em>vervitza<\/em> (corda), <em>chotki<\/em> (ter\u00e7o), ou <em>liestovka<\/em> (escada), e na Igreja <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13224b.htm\">Romena<\/a> como <em>matanie<\/em> (rever\u00eancia). O primeiro uso do ros\u00e1rio de uma forma geral se deu entre os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10487b.htm\">monges<\/a> do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10467a.htm\">Oriente<\/a>. Nosso nome corriqueiro de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">&#8220;contas&#8221;<\/a> (beads) para ele \u00e9 simplesmente a antiga palavra Sax\u00f4nica <em>bede<\/em> (uma <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00e3o<\/a>) que foi transferida para o instrumento usado na r\u00e9cita da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00e3o<\/a>, enquanto a palavra <em>rosary<\/em> \u00e9 um termo igualmente moderno. O intercurso dos povos ocidentais do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09022a.htm\">Rito Latino<\/a> com aqueles do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05230a.htm\">Rito Oriental<\/a> no come\u00e7o das <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04543c.htm\">Cruzadas<\/a> fez com que a pr\u00e1tica de recitar <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00f5es<\/a> usando n\u00f3s ou <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">contas<\/a> se tornasse amplamente difundida entre os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04340c.htm\">monast\u00e9rios<\/a> da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09022a.htm\">Igreja Latina<\/a>, embora a pr\u00e1tica tenha sido observada em algumas inst\u00e2ncias antes desta data. Por outro lado, a recita\u00e7\u00e3o do Ros\u00e1rio, como praticado no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09022a.htm\">Ocidente<\/a>, n\u00e3o se tornou um costume geral nas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05230a.htm\">Igrejas Orientais<\/a>; l\u00e1 ainda foi mantida a sua forma original como um <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12275b.htm\">exerc\u00edcio de devo\u00e7\u00e3o<\/a> <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10467a.htm\">mon\u00e1stico<\/a>, e \u00e9 muito pouco conhecido ou praticado entre o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08748a.htm\">laicato<\/a>, enquanto que mesmo o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13675a.htm\">clero secular<\/a> raramente o utiliza em suas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12275b.htm\">devo\u00e7\u00f5es<\/a>. Os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02581b.htm\">bispos<\/a>, entretanto, conservam o ros\u00e1rio, como indicando que eles ascenderam de um estado <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10467a.htm\">mon\u00e1stico<\/a>, ainda que eles estejam no mundo governando suas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05001a.htm\">dioceses<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>O ros\u00e1rio utilizado na atual <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11329a.htm\">Igreja Ortodoxa Grega<\/a> \u2014 seja na <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13253a.htm\">R\u00fassia<\/a> ou no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05230a.htm\">Oriente<\/a> \u2014 \u00e9 muito diferente na forma daquele usado na <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09022a.htm\">Igreja Latina<\/a>. O uso de n\u00f3s de ora\u00e7\u00e3o ou <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">contas de ora\u00e7\u00e3o<\/a> originado do fato de que os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10487b.htm\">monges<\/a>, de acordo com a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02322a.htm\">regra de S. Bas\u00edlio<\/a>, a \u00fanica regra <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10459a.htm\">mon\u00e1stica<\/a> conhecida do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06752a.htm\">Rito Grego<\/a>, eram ordenados pelo seu fundador a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">rezar<\/a> sem cessar&#8221; (<a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/1th005.htm#vrs17\">1 Tessaloni<\/a>censes 5:17; <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/luk001.htm\">Lucas 1<\/a>), e como a maioria dos antigos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10487b.htm\">monges<\/a> era <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08748a.htm\">leiga<\/a>, envolvida geralmente em v\u00e1rias formas de trabalho e em muitos casos sem suficiente <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05295b.htm\">instru\u00e7\u00e3o<\/a> para ler as <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09193a.htm\">li\u00e7\u00f5es<\/a> prescritas, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12553a.htm\">salmos<\/a>, e <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00f5es<\/a> do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11219a.htm\">of\u00edcio di\u00e1rio<\/a>, o ros\u00e1rio era usado por eles como uma forma de continuamente recitar suas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00f5es<\/a>. Ao come\u00e7o e ao final de cada <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00e3o<\/a> rezada pelo <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10487b.htm\">monge<\/a> em cada n\u00f3 ou <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">conta<\/a> ele fazia a &#8220;grande rever\u00eancia&#8221; (<em>he megale metanoia<\/em>), se inclinando para o ch\u00e3o, de modo que a recita\u00e7\u00e3o do ros\u00e1rio \u00e9 geralmente conhecida como uma <em>metania<\/em>. O ros\u00e1rio utilizado entre os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06752a.htm\">gregos<\/a> da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06735a.htm\">Gr\u00e9cia<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15097a.htm\">Turquia<\/a>, e do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05230a.htm\">Oriente<\/a> usualmente consiste de cem <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">contas<\/a> sem qualquer distin\u00e7\u00e3o de grandes ou pequenas, enquanto o Velho Ros\u00e1rio Eslavo, ou ros\u00e1rio <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13253a.htm\">Russo<\/a>, geralmente consiste de 103 <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">contas<\/a>, separadas em se\u00e7\u00f5es irregulares por quatro grandes <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">contas<\/a>, de um jeito em que a primeira <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">conta<\/a> grande \u00e9 seguida por 17 pequenas, a segunda <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">conta<\/a> grande por 33 pequenas, a terceira por 40 pequenas, e a quarta por 12 pequenas, com uma conta adicional acrescentada ao final. As duas pontas do ros\u00e1rio <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13253a.htm\">russo<\/a> s\u00e3o geralmente unidas por uma curta dist\u00e2ncia, com isso as linhas de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">contas<\/a> correm em paralelo (da\u00ed o nome <em>escada<\/em> usado para o ros\u00e1rio), e elas terminam com um ornamento triangular normalmente adornado com um tassel ou outro finial, correspondendo \u00e0 <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04533a.htm\">cruz<\/a> ou <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10111b.htm\">medalha<\/a> usados em um ros\u00e1rio <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09022a.htm\">latino<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>O uso do ros\u00e1rio <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06752a.htm\">grego<\/a> est\u00e1 prescrito na Regra 87 do &#8220;Nomocanon&#8221;, onde diz: &#8220;O ros\u00e1rio deve ter uma centena [a regra <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13253a.htm\">russa<\/a> diz 103] <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">contas<\/a>; e sobre cada <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">conta<\/a> a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00e3o<\/a> prescrita deve ser recitada&#8221;. A f\u00f3rmula usual desta <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00e3o<\/a> prescrita para percorrer o ros\u00e1rio \u00e9 a seguinte: &#8220;\u00d3 <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08374c.htm\">Senhor Jesus Cristo<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14142b.htm\">Filho<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09328a.htm\">Palavra<\/a> do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus vivo<\/a>, atrav\u00e9s das <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08070a.htm\">intercess\u00f5es<\/a> de vossa <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15464b.htm\">imaculada M\u00e3e<\/a> [<em>tes panachrantou sou Metros<\/em>] e de todos os vossos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04171a.htm\">Santos<\/a>, tende miseric\u00f3rdia e <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13407a.htm\">salvai<\/a>-nos. Se, por\u00e9m, o ros\u00e1rio for rezado como um exerc\u00edcio <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11618b.htm\">penitencial<\/a>, a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00e3o<\/a> ent\u00e3o ser\u00e1: \u00d3 <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08374c.htm\">Senhor Jesus Cristo<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14142b.htm\">Filho de Deus<\/a>, tende miseric\u00f3rdia de mim porque sou um pecador. O ros\u00e1rio <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13253a.htm\">russo<\/a> \u00e9 dividido pelas quatro grandes <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">contas<\/a> para representar as diferentes partes do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11219a.htm\">Of\u00edcio can\u00f4nico<\/a> que a r\u00e9cita do ros\u00e1rio substitui, enquanto as quatro grandes <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02361c.htm\">contas<\/a> em si representam os quatro <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05645a.htm\">evangelistas<\/a>. Nos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04340c.htm\">monast\u00e9rios<\/a> do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02047b.htm\">Monte Athos<\/a>, onde a regra mais severa \u00e9 observada, de oitenta a cem ros\u00e1rios s\u00e3o recitados diariamente por cada <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10487b.htm\">monge<\/a>. Nos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04340c.htm\">monast\u00e9rios<\/a> <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13253a.htm\">russos<\/a> o ros\u00e1rio \u00e9 usualmente rezado cinco vezes por dia, enquanto a r\u00e9cita das &#8220;grandes rever\u00eancias&#8221; s\u00e3o reduzidas a dez, o restante sendo simplesmente sessenta &#8220;pequenas rever\u00eancias&#8221; (inclinando a cabe\u00e7a at\u00e9 n\u00e3o mais do que a cintura) e sessenta recita\u00e7\u00f5es da f\u00f3rmula <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11618b.htm\">penitencial<\/a> da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12345b.htm\">ora\u00e7\u00e3o<\/a> prescrita.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentre os uniatas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05230a.htm\">gregos<\/a> o ros\u00e1rio \u00e9 de pouco uso pelo <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08748a.htm\">laicato<\/a>. Os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02324a.htm\">monges basilianos<\/a> fazem uso dele no estilo <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05230a.htm\">oriental<\/a> que acabamos de descrever e em muitos casos o fazem no estilo <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09022a.htm\">romano<\/a> em alguns <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04340c.htm\">monast\u00e9rios<\/a>. A vida mais ativa prescrita para eles para seguir o exemplo dos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10472a.htm\">monges latinos<\/a> deixa pouco tempo para a recita\u00e7\u00e3o do ros\u00e1rio de acordo com a forma <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05230a.htm\">oriental<\/a>, enquanto a leitura e recita\u00e7\u00e3o do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11219a.htm\">Of\u00edcio<\/a> durante as <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07500b.htm\">Horas can\u00f4nicas<\/a> cumprem a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11189a.htm\">obriga\u00e7\u00e3o<\/a> <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10467a.htm\">mon\u00e1stica<\/a> original e assim n\u00e3o requer o ros\u00e1rio. Ultimamente os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10157b.htm\">melquitas<\/a> e os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08206a.htm\">\u00cdtalo-Gregos<\/a> adotaram em muitos lugares entre o seu <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08748a.htm\">laicato<\/a> uma forma daquela usada entre o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08748a.htm\">laicato<\/a> do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09022a.htm\">Rito Romano<\/a>, mas o seu uso est\u00e1 longe de ser geral. Os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03449a.htm\">cat\u00f3licos<\/a> gregos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13277a.htm\">rutenianos<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13224b.htm\">romenos<\/a> n\u00e3o o usam entre o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08748a.htm\">laicato<\/a>, mas o preservam principalmente para o clero <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10467a.htm\">mon\u00e1stico<\/a>, apesar de recentemente em algumas partes da Gal\u00edcia o seu uso pelos leigos tenha sido ocasionalmente introduzido e \u00e9 considerado como uma pr\u00e1tica latinizante. Pode ser dito que entre os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06752a.htm\">gregos<\/a> em geral o uso do ros\u00e1rio \u00e9 considerado como um exerc\u00edcio religioso peculiar \u00e0 vida <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10467a.htm\">mon\u00e1stica<\/a>; e onde quer que entre os uniatas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05230a.htm\">gregos<\/a> o uso pelos leigos tenha sido introduzido, trata-se de uma imita\u00e7\u00e3o da pr\u00e1tica <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09022a.htm\">romana<\/a>. A esse respeito ele nunca foi popularizado entre os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08748a.htm\">leigos<\/a> dos povos, que permanecem fortemente ligados ao seu vener\u00e1vel <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05230a.htm\">Rito oriental<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na Igreja Ocidental &#8220;O Ros\u00e1rio&#8221;, como diz o Brevi\u00e1rio Romano, &#8220;\u00e9 uma certa forma de ora\u00e7\u00e3o na qual n\u00f3s recitamos quinze dezenas de Ave Marias com um Pai Nosso entre cada dez, enquanto a cada uma dessas dezenas n\u00f3s recordamos sucessivamente em piedosa medita\u00e7\u00e3o um dos mist\u00e9rios de nossa Reden\u00e7\u00e3o&#8220;. A mesma li\u00e7\u00e3o para a &hellip; <\/p>\n<p class=\"link-more\"><a href=\"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/?p=370\" class=\"more-link\">Read the full post &rarr;<span class=\"screen-reader-text\">&#8220;O Ros\u00e1rio&#8221;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[21],"tags":[],"class_list":["post-370","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-r"],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/370","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=370"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/370\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":653,"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/370\/revisions\/653"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=370"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=370"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=370"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}