{"id":430,"date":"2021-05-24T21:59:42","date_gmt":"2021-05-25T00:59:42","guid":{"rendered":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/?p=430"},"modified":"2021-06-07T09:44:21","modified_gmt":"2021-06-07T12:44:21","slug":"jehovah-yahweh","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/?p=430","title":{"rendered":"Jehovah (Yahweh)"},"content":{"rendered":"\n<p>O nome pr\u00f3prio de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14526a.htm\">Antigo Testamento<\/a>; por isso os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08399a.htm\">judeus<\/a> o chamavam de <em>o nome<\/em> por excel\u00eancia, o grande nome, o \u00fanico nome, o nome <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06585a.htm\">glorioso<\/a> e terr\u00edvel, o nome oculto e misterioso, o nome da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14322c.htm\">subst\u00e2ncia<\/a>, o nome pr\u00f3prio, e mais frequentemente <em>shem hammephorash<\/em>, i.e. o nome expl\u00edcito ou o nome separado, embora o significado preciso desta \u00faltima express\u00e3o seja mat\u00e9ria de discuss\u00e3o (cf. Buxtorf, &#8220;Lexicon&#8221;, Basle, 1639, col. 2432 sqq.).<\/p>\n\n\n\n<p>Jehovah ocorre mais frequentemente que qualquer outro nome Divino. As <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04195a.htm\">Concord\u00e2ncias<\/a> de Furst (&#8220;Vet. Test. Concordantiae&#8221;, Leipzig, 1840) e Mandelkern (&#8220;Vet. Test. Concordantiae&#8221;, Leipzig, 1896) n\u00e3o concordam exatamente no n\u00famero de suas ocorr\u00eancias; mas em n\u00fameros arredondados ele \u00e9 encontrado no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14526a.htm\">Antigo Testamento<\/a> 6000 vezes, seja sozinho ou em conjunto com outro nome Divino. A <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13722a.htm\">Septuaginta<\/a> e a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15515b.htm\">Vulgata<\/a> apresentam o nome geralmente por &#8220;Senhor&#8221; (<em>Kyrios, Dominus<\/em>), uma tradu\u00e7\u00e3o de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01146a.htm\">Adonai<\/a> \u2014 normalmente substitu\u00eddo por Jehovah na leitura.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Pron\u00fancia de Jehovah<\/h2>\n\n\n\n<p>Os Padres e os escritores <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12617b.htm\">rab\u00ednicos<\/a> concordam em representar Jehovah como um nome inef\u00e1vel. Quanto aos Padres, precisamos apenas chamar a aten\u00e7\u00e3o para as seguintes express\u00f5es: <em>onoma arreton, aphraston, alekton, aphthegkton, anekphoneton, aporreton kai hrethenai me dynamenon, mystikon<\/em>. Leusden n\u00e3o p\u00f4de induzir um certo <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08399a.htm\">judeu<\/a>, a despeito de sua pobreza, a pronunciar o nome real de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a>, embora ele tenha feito as promessas mais sedutoras. A conformidade dos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08399a.htm\">judeus<\/a> com os desejos de Leusden n\u00e3o teriam sido de fato de nenhuma vantagem real para este \u00faltimo; para os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08399a.htm\">judeus<\/a> modernos \u00e9 t\u00e3o incerta a pron\u00fancia real do Santo nome como para seus contempor\u00e2neos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03712a.htm\">crist\u00e3os<\/a>. De acordo com uma tradi\u00e7\u00e3o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12617b.htm\">rab\u00ednica<\/a> a pron\u00fancia real de Jehovah deixou de ser usada no tempo de Sime\u00e3o o Justo, que foi, de acordo com <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09540b.htm\">Maim\u00f4nides<\/a>, um contempor\u00e2neo de Alexandre o Grande. Seja como for, parece que o nome n\u00e3o era mais pronunciado depois da destrui\u00e7\u00e3o do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14499a.htm\">Templo<\/a>. O Mishn\u00e1 se refere \u00e0 nossa quest\u00e3o mais de uma vez: Berachoth, ix, 5, permite o uso do nome Divino como modo de sauda\u00e7\u00e3o; em Sanhedrin, x, 1, Abba Shaul nega qualquer participa\u00e7\u00e3o no mundo futuro \u00e0queles que o pronunciarem como \u00e9 escrito; de acordo com Thamid, vii, 2, os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12406a.htm\">sacerdotes<\/a> no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14499a.htm\">Templo<\/a> (ou talvez em <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08344a.htm\">Jerusal\u00e9m<\/a>) podem empregar o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15073a.htm\">verdadeiro<\/a> nome Divino, enquanto os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12406a.htm\">sacerdotes<\/a> na cidade (fora de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08344a.htm\">Jerusal\u00e9m<\/a>) tinham que se contentar com o nome <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01146a.htm\">Adonai<\/a>; de acordo com <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09540b.htm\">Maim\u00f4nides<\/a> (&#8220;More Neb.&#8221;, i, 61, e &#8220;Yad chasaka&#8221;, xiv, 10) o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15073a.htm\">verdadeiro<\/a> nome Divino era usado apenas pelos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12406a.htm\">sacerdotes<\/a> no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13431a.htm\">santu\u00e1rio<\/a> que concediam a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02599b.htm\">b\u00ean\u00e7\u00e3o<\/a>, e pelo <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12407b.htm\">sumo sacerdote<\/a> no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02054a.htm\">Dia da Expia\u00e7\u00e3o<\/a>. Phil [&#8220;De mut. nom.&#8221;, n. 2 (ed. Marg., i, 580); &#8220;Vita Mos.&#8221;, iii, 25 (ii, 166)] parece sustentar que mesmo nessas ocasi\u00f5es os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12406a.htm\">sacerdotes<\/a> tinham que falar em voz baixa. At\u00e9 aqui n\u00f3s seguimos a tradi\u00e7\u00e3o judaica p\u00f3s-crist\u00e3 a respeito da atitude dos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08399a.htm\">judeus<\/a> antes de Sim\u00e3o o Justo.<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o anterior, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08522a.htm\">Josephus<\/a> (Antiq., II, xii, 4) declara que a ele n\u00e3o era permitido tratar do nome Divino; em outro lugar (Antiq., XII, v, 5) ele diz que os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13416a.htm\">samaritanos<\/a> ergueram no Mt. Garizim um <em>anonymon ieron<\/em>. Esta extrema venera\u00e7\u00e3o do nome Divino deve ter prevalecido genericamente no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14726a.htm\">tempo<\/a> em que a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13722a.htm\">vers\u00e3o Septuaginta<\/a> foi composta, pois os tradutores sempre substitu\u00edram <em>Kyrios<\/em> (Senhor) por Jehovah. Eclesi\u00e1stico 23:10, parece proibir apenas um uso arbitr\u00e1rio do nome do nome Divino, embora n\u00e3o se possa negar que Jehovah n\u00e3o \u00e9 empregado t\u00e3o frequentemente em livros can\u00f4nicos mais recentes do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14526a.htm\">Antigo Testamento<\/a> como nos livros mais velhos.<\/p>\n\n\n\n<p>Seria dif\u00edcil determinar em que <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14726a.htm\">tempo<\/a> esta rever\u00eancia ao nome Divino se originou entre os hebreus. Escritores <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12617b.htm\">rab\u00ednicos<\/a> deduzem a proibi\u00e7\u00e3o de se pronunciar o <em>Tetragrammaton<\/em>, como o nome de Jehovah \u00e9 chamado, de Lev\u00edtico 24:16: &#8220;Quem <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02595a.htm\">blasfemar<\/a> o nome do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Senhor<\/a>, ser\u00e1 punido de morte&#8221;. O partic\u00edpio do verbo <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07176a.htm\">hebreu<\/a> <em>noqedh<\/em>, aqui apresentado como &#8220;blasfemar&#8221;, \u00e9 traduzido como <em>honomazon<\/em> na <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13722a.htm\">Septuaginta<\/a>, e parece ter o significado de &#8220;determinar&#8221;, &#8220;indicar&#8221; (por meio de suas pr\u00f3prias vogais) em <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/gen030.htm#vrs28\">G<\/a>\u00eanesis 30:28; <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/num001.htm#vrs17\">N<\/a>\u00fameros 1:17; Isa\u00edas 62:2. Ainda, o contexto de Lev\u00edtico 24:16 (cf. vers\u00edculos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/lev024.htm#vrs11\">11<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/lev024.htm#vrs15\">15<\/a>), favorece o significado de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02595a.htm\">&#8220;blasfemar&#8221;<\/a>. Os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05692b.htm\">exegetas<\/a> <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12617b.htm\">rab\u00ednicos<\/a> depreendem a proibi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m de \u00caxodo 3:15; mas este argumento n\u00e3o suporta o teste das <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09053a.htm\">leis<\/a> da s\u00f3bria <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07271a.htm\">hermen\u00eautica<\/a> (cf. Drusius, &#8220;Tetragrammaton&#8221;, 8-10, em &#8220;Critici Sacri&#8221;, Amsterd\u00e3, 1698, I, p. ii, col. 339-42; &#8220;De nomine divino&#8221;, ibid., 512-16; <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05152a.htm\">Drach<\/a>, &#8220;Harmonic entre l&#8217;\u00c9glise et la Synagogue&#8221;, I, Paris, 1844, pp. 350-53, e Nota 30, pp. 512-16).<\/p>\n\n\n\n<p>O que foi dito explica o chamado <em>qeri perpetuum<\/em>, de acordo com as consoantes de Jehovah que s\u00e3o sempre acompanhadas no texto <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07176a.htm\">hebraico<\/a> pelas vogais de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01146a.htm\">Adonai<\/a> exceto nos casos em que <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01146a.htm\">Adonai<\/a> fica em aposi\u00e7\u00e3o com Jehovah: nestes casos as vogais de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05393a.htm\">Elohim<\/a> s\u00e3o substitu\u00eddas. O uso de um simples shev\u00e1 na primeira s\u00edlaba de Jehovah, ao inv\u00e9s de um shev\u00e1 composto na s\u00edlaba correspondente de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01146a.htm\">Adonai<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05393a.htm\">Elohim<\/a>, \u00e9 exigida pelas regras gramaticais do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07176a.htm\">hebraico<\/a> que governam o uso do shev\u00e1. Da\u00ed a quest\u00e3o: Quais s\u00e3o as verdadeiras vogais da palavra Jehovah?<\/p>\n\n\n\n<p>Foi sustentado por alguns estudiosos recentes que a palavra Jehovah data apenas do ano 1520 (cf. Hastings, &#8220;Dicion\u00e1rio da B\u00edblia&#8221;, II, 1899, p. 199: Gesenius-Buhl, &#8220;Handw\u00f6rterbuch&#8221;, 13<sup>a<\/sup> ed., 1899, p. 311). Drusius (loc. cit., 344) representa Peter Galatinus como o inventor da palavra Jehovah e Fagius como o seu propagador no mundo dos estudiosos e comentaristas. Mas os escritores do s\u00e9culo XVI, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03449a.htm\">cat\u00f3licos<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12495a.htm\">protestantes<\/a> (p.ex. Tom\u00e1s Caetano e Teodoro de Beza), s\u00e3o perfeitamente familiarizados com a palavra. O pr\u00f3prio Galatinus (&#8220;Areana cathol. veritatis&#8221;, I, Bari, 1516, a, p. 77) representa a forma como conhecida e recebida em seu <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14726a.htm\">tempo<\/a>. Al\u00e9m disso, Drusius (loc. cit., 351) a descobriu em Porchetus, um <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14580x.htm\">te\u00f3logo<\/a> do s\u00e9culo XIV. Finalmente, a palavra \u00e9 encontrada at\u00e9 mesmo na &#8220;Pugio fidei&#8221; de Ram\u00f3n Mart\u00ed, uma obra escrita por volta de 1270 (ed. Paris, 1651, pt. III, dist. ii, cap. iii, p. 448, e Nota, p. 745). Provavelmente a introdu\u00e7\u00e3o do nome Jehovah antecede at\u00e9 mesmo R. Mart\u00ed.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 de se admirar portanto que esta forma tenha sido considerada a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15073a.htm\">verdadeira<\/a> pron\u00fancia do nome de Deus por estudiosos como Michaelis (&#8220;Supplementa ad lexica hebraica&#8221;, I, 1792, p. 524), <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05152a.htm\">Drach<\/a> (loc. cit., I, 469-98), Stier (Lehrgeb\u00e4ude der hebr. Sprache, 327), dentre outros.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Jehovah \u00e9 composto pelas formas abreviadas do imperfeito, do partic\u00edpio e do perfeito do verbo <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07176a.htm\">hebraico<\/a> &#8220;ser&#8221; (<em>ye=yehi; ho=howeh; wa=hawah<\/em>). De acordo com esta explica\u00e7\u00e3o, o significado seria &#8220;aquele que ser\u00e1, \u00e9, e tem sido&#8221;. Mas uma tal composi\u00e7\u00e3o de palavras n\u00e3o encontra <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01449a.htm\">analogia<\/a> no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07176a.htm\">idioma hebraico<\/a>.<\/li><li>A forma abreviada <em>Jeho<\/em> sup\u00f5e a forma completa Jehovah. Mas a forma Jehovah n\u00e3o pode explicar as abreviaturas <em>Jahu<\/em> e <em>Jah<\/em>, enquanto que a abrevia\u00e7\u00e3o <em>Jeho<\/em> pode ser derivada de outra palavra.<\/li><li>O nome de Deus diz-se estar parafraseado em <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/rev001.htm#vrs4\">Apocal<\/a>ipse 1:4, e <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/rev004.htm#vrs8\">4:8<\/a>, pela express\u00e3o <em>ho on kai ho en kai ho erchomenos<\/em>, na qual <em>ho erchomenos<\/em> \u00e9 tida como equivalente a <em>ho eromenos<\/em>, &#8220;aquele que ser\u00e1&#8221;; mas ela realmente significa &#8220;aquele que vem&#8221;, de modo que depois da vinda do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Senhor<\/a>, Apocalipse 11:17, conserva apenas <em>ho on kai ho en<\/em>.<\/li><li>A compara\u00e7\u00e3o de Jehovah com o latino <em>Jupiter, Jovis<\/em> ignora as formas completas dos nomes latinos <em>Diespiter, Diovis<\/em>. Qualquer conex\u00e3o de Jehovah com o nome Divino <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05329b.htm\">eg\u00edpcio<\/a> que consiste nas sete vogais gregas foi rejeitada por Hengstenberg (Beitrage zur Einleiung ins Alte Testament, II, 204 sqq.) and Tholuck (Vermischte Schriften, I, 349 sqq.).<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Levando em conta os escritores antigos:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Diodorus Siculus escreve <em>Jao<\/em> (I, 94);<\/li><li><a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08130b.htm\">Irineu<\/a> (<a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/fathers\/0103235.htm\"><em>Contra as Heresias<\/em><u> II.35.3<\/u><\/a>), <em>Jaoth<\/em>;<\/li><li>os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07256b.htm\">hereges<\/a> <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15255a.htm\">valentinianos<\/a> (Irineu, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/fathers\/0103104.htm\"><em>Contra as Heresias<\/em><u> I.4.1<\/u><\/a>), <em>Jao<\/em>;<\/li><li><a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04045a.htm\">Clemente de Alexandria<\/a> (<a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/fathers\/02105.htm\"><em>Stromata<\/em><u> V.6<\/u><\/a>), <em>Jaou<\/em>;<\/li><li><a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11306b.htm\">Or\u00edgenes<\/a> (<a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/fathers\/101502.htm\"><em>Coment\u00e1rio a Jo\u00e3o<\/em><u> II.1<\/u><\/a>), <em>Jao<\/em>;<\/li><li>Porf\u00edrio (Eus\u00e9bio, &#8220;Praep. evang&#8221;, I, ix, na P.G., XXI, col. 72), <em>Jeuo<\/em>;<\/li><li>Epif\u00e2nio (<a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/fathers\/0103103.htm\"><em>Contra as Heresias<\/em><u> I.3.40<\/u><\/a>), <em>Ja<\/em> ou <em>Jabe<\/em>;<\/li><li>Pseudo-Jer\u00f4nimo (&#8220;Breviarium in Pss.&#8221;, na P.L., XXVI, 828), <em>Jaho<\/em>;<\/li><li>os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13416a.htm\">samaritanos<\/a> (<a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14574b.htm\">Theodoret<\/a>, em &#8220;Ex. quaest.&#8221;, xv, na P.G., LXXX, col. 244), <em>Jabe<\/em>;<\/li><li><a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08277b.htm\">Jacob de Edessa<\/a> (cf. Lamy, &#8220;La science catholique&#8221;, 1891, p. 196), <em>Jehjeh<\/em>;<\/li><li><a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08341a.htm\">Jer\u00f4nimo<\/a> (<a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/fathers\/3001025.htm\">Ep\u00edstola 25<\/a>) fala de certos escritores gregos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07648a.htm\">ignorantes<\/a> que transcreviam o nome Divino hebraico II I II I.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>O leitor sensato perceber\u00e1 que a pron\u00fancia <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13416a.htm\">samaritana<\/a> <em>Jabe<\/em> provavelmente se aproxima mais do som real do nome Divino; os outros escritores antigos transmitiram apenas abrevia\u00e7\u00f5es ou corruptelas do nome sagrado. Inserindo as vogais de <em>Jabe<\/em> no texto de consoantes hebraico original, obtemos a forma Jahveh (<em>Yahweh<\/em>), que \u00e9 normalmente aceita por estudiosos modernos como a verdadeira pron\u00fancia do nome de Deus. N\u00e3o est\u00e1 meramente intimamente ligada \u00e0 pron\u00fancia das antigas <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14379b.htm\">sinagogas<\/a> por meio da tradi\u00e7\u00e3o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13416a.htm\">samaritana<\/a>, mas tamb\u00e9m permite legitimar a deriva\u00e7\u00e3o de todas as abrevia\u00e7\u00f5es do nome sagrado no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14526a.htm\">Antigo Testamento<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Significado do nome de Deus<\/h2>\n\n\n\n<p>Jahveh (Yahweh) \u00e9 um dos substantivos hebraicos arcaicos, como <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08261a.htm\">Jacob<\/a>, Joseph, Israel, etc. (cf. Ewald, &#8220;Lehrbuch der hebr. Sprache&#8221;, 7<sup>a<\/sup> ed., 1863, p. 664), derivado da terceira pessoa do pret\u00e9rito imperfeito de um modo a atribuir \u00e0 <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11726a.htm\">pessoa<\/a> ou \u00e0 coisa a a\u00e7\u00e3o da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12589c.htm\">qualidade<\/a> expressada pelo verbo na forma de um adjetivo verbal ou um partic\u00edpio. Furst catalogou a maioria desses substantivos e chamou a forma de <em>forma participialis imperfectiva.<\/em> Como o nome de Deus \u00e9 uma forma imperfeita do verbo hebraico arcaico \u201cser\u201d, Jahveh significa &#8220;Aquele Que \u00e9&#8221;, Cuja nota caracter\u00edstica consiste em ser, ou <em>O Ser<\/em> simplesmente.<\/p>\n\n\n\n<p>Aqui somos confrontados com a quest\u00e3o, se Jahveh \u00e9 o imperfeito <em>hiphil<\/em> ou o imperfeito <em>qal<\/em>. <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03189a.htm\">Calmet<\/a> e Le Clere acreditam que o nome Divino \u00e9 uma forma hiphil; logo significa, de acordo com Schrader (Die Keilinschriften und das Alte Testament, 2<sup>a<\/sup> ed., p. 25), Aquele Que traz \u00e0 <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05543b.htm\">exist\u00eancia<\/a>, o Criador; e de acordo com Lagarde (Psalterium Hieronymi, 153), Quem faz chegar, Quem realiza Sua <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12453a.htm\">promessa<\/a>, o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> da Provid\u00eancia. Mas esta opini\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 de acordo com \u00caxodo 3:14, nem h\u00e1 qualquer tra\u00e7o dela no hebraico de uma forma <em>hiphil<\/em> do verbo significando &#8220;ser&#8221;; al\u00e9m disso, esta forma <em>hiphil<\/em> \u00e9 suprida nas l\u00ednguas cognatas pela forma <em>pi&#8217;el<\/em>, exceto no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14408a.htm\">sir\u00edaco<\/a> onde o <em>hiphil<\/em> \u00e9 raro e de ocorr\u00eancia tardia.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, Jahveh pode ser ser um estado <em>qal<\/em> imperfeito de um ponto de vista gramatical, e a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05692b.htm\">exegese<\/a> tradicional de \u00caxodo 3:6-16, parece necessitar da forma Jahveh. <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10596a.htm\">Mois\u00e9s<\/a> pergunta a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a>: &#8220;Se eles me perguntarem: Qual \u00e9 o seu [de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a>] nome? Que lhes responderei?&#8221; Em resposta, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> fornece tr\u00eas vezes a determina\u00e7\u00e3o do Seu nome.<\/p>\n\n\n\n<p>Primeiro, Ele usa a primeira pessoa do imperfeito do hebraico do verbo \u201cser\u201d; aqui a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15515b.htm\">Vulgata<\/a>, a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13722a.htm\">Septuaginta<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01661a.htm\">\u00c1quila<\/a>, Teod\u00f3cio, e a vers\u00e3o ar\u00e1bica sup\u00f5em que <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> usa o <em>qal<\/em><em> imperfeito<\/em>; apenas os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14454b.htm\">Targumim<\/a> de Jonat\u00e3 e de Jerusal\u00e9m sugerem um <em>hiphil<\/em><em> imperfeito<\/em>. Deste modo temos as apresenta\u00e7\u00f5es: &#8220;Eu sou aquele que sou&#8221; (<a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15515b.htm\">Vulgata<\/a>), &#8220;Eu sou aquele que \u00e9&#8221; (Septuaginta), &#8220;Eu serei [quem] serei&#8221; (\u00c1quila, Teod\u00f3cio), &#8220;o Eterno que n\u00e3o cessa&#8221; (Ar.); apenas nos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14454b.htm\">Targumim<\/a> acima mencionados se v\u00ea alguma refer\u00eancia \u00e0 <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04470a.htm\">cria\u00e7\u00e3o<\/a> do mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>Da segunda vez, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> usa novamente a primeira pessoa do imperfeito do hebraico do verbo \u201cser\u201d; aqui as vers\u00f5es <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14408a.htm\">sir\u00edaca<\/a>, a samaritana, a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11712a.htm\">persa<\/a> e os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14454b.htm\">Targumim<\/a> de Onkelos e Jerusal\u00e9m conservam o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07176a.htm\">hebraico<\/a>, ent\u00e3o n\u00e3o se pode dizer se elas consideram o imperfeito como uma forma <em>qal<\/em> ou uma forma <em>hiphil<\/em>; a vers\u00e3o ar\u00e1bica omite toda essa a cl\u00e1usula; mas a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13722a.htm\">Septuaginta<\/a>, a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15515b.htm\">Vulgata<\/a>, e o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14454b.htm\">Targum<\/a> de Jonat\u00e3 sup\u00f5em aqui o imperfeito <em>qal<\/em>: &#8220;Aquele que \u00e9, envia-me junto de v\u00f3s&#8221; ao inv\u00e9s de &#8220;Eu sou, envia-me junto de v\u00f3s: (<a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15515b.htm\">Vulgata<\/a>); &#8220;<em>ho on<\/em> me enviou a v\u00f3s&#8221; (Septuaginta); &#8220;Eu sou aquele que sou, e que ser\u00e1, me enviou a v\u00f3s&#8221; (Targ. Jon.).<\/p>\n\n\n\n<p>Finalmente, da terceira vez, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> usa a terceira pessoa do imperfeito, ou a forma do pr\u00f3prio nome sagrado; aqui a vers\u00e3o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13416a.htm\">samaritana<\/a> e o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14454b.htm\">Targum<\/a> de Onkelos conservam a forma <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07176a.htm\">hebraica<\/a>; a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13722a.htm\">Septuaginta<\/a>, a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15515b.htm\">Vulgata<\/a> e a vers\u00e3o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14408a.htm\">sir\u00edaca<\/a> apresenta &#8220;Senhor&#8221;, embora, de acordo com a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01449a.htm\">analogia<\/a> das duas passagens anteriores, eles deveriam ter traduzido, &#8220;Ele \u00e9, o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> de seus pais, . . . envia-me junto de v\u00f3s&#8221;; a vers\u00e3o ar\u00e1bica substitui &#8220;Deus&#8221;. A <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05692b.htm\">exegese<\/a> cl\u00e1ssica, portanto, considera Jahveh como o imperfeito <em>qal<\/em> do verbo hebraico &#8220;ser&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Aqui outra quest\u00e3o se apresenta: \u00c9 o ser predicado de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> em Seu nome, o ser <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10226a.htm\">metaf\u00edsico<\/a> denotando nada al\u00e9m da pr\u00f3pria <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05543b.htm\">exist\u00eancia<\/a>, ou \u00e9 um ser hist\u00f3rico, uma manifesta\u00e7\u00e3o passageira de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14726a.htm\">tempo<\/a>?<\/p>\n\n\n\n<p>A maioria dos escritores <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12495a.htm\">protestantes<\/a> consideram o ser impl\u00edcito no nome Jahveh como hist\u00f3rico, embora alguns n\u00e3o excluam de todo tais <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07630a.htm\">ideias<\/a> <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10226a.htm\">metaf\u00edsicas<\/a> como a independ\u00eancia de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> , absoluta const\u00e2ncia e fidelidade \u00e0s Suas promessas, e imutabilidade de Seus planos (cf. Driver, &#8220;Hebrew Tenses&#8221;, 1892, p. 17). A seguir est\u00e3o as raz\u00f5es alegadas para o significado hist\u00f3rico do \u201cser\u201d impl\u00edcito no nome de Deus:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>O senso <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10226a.htm\">metaf\u00edsico<\/a> do ser era um conceito muito obscuro para os tempos primitivos. Ainda assim, algumas das especula\u00e7\u00f5es <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05329b.htm\">eg\u00edpcias<\/a> dos tempos antigos s\u00e3o quase t\u00e3o obscuras; al\u00e9m disso, n\u00e3o era <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10733a.htm\">necess\u00e1rio<\/a> para os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08399a.htm\">judeus<\/a> do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14726a.htm\">tempo<\/a> de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10596a.htm\">Mois\u00e9s<\/a> compreenderem totalmente o significado impl\u00edcito no nome de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a>. O desenvolvimento cient\u00edfico deste sendo pode ser deixado para os futuros <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14580a.htm\">te\u00f3logos<\/a> <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03712a.htm\">crist\u00e3os<\/a>.<\/li><li>O verbo hebraico <em>hayah<\/em> significa mais &#8220;se tornar&#8221; que &#8220;ser&#8221; permanentemente. Mas boas autoridades negam que o verbo hebraico denote ser em movimento ao inv\u00e9s de uma condi\u00e7\u00e3o permanente. \u00c9 <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15073a.htm\">verdade<\/a> que o partic\u00edpio teria expressado um estado permanente mais claramente; mas ent\u00e3o, o partic\u00edpio do verbo <em>hayah<\/em> \u00e9 encontrado apenas em <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/exo009.htm#vrs3\">\u00ca<\/a>xodo 9:3, e poucos nomes em hebraico s\u00e3o derivados do partic\u00edpio.<\/li><li>O imperfeito geralmente expressa a a\u00e7\u00e3o de algu\u00e9m que entra novamente em cena. Mas este n\u00e3o \u00e9 sempre o caso; o imperfeito hebraico \u00e9 um <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15073a.htm\">verdadeiro<\/a> aoristo, prescindindo do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14726a.htm\">tempo<\/a> e, portanto, melhor adaptado para princ\u00edpios gerais (Driver, p. 38).<\/li><li>&#8220;Eu sou aquele que sou&#8221; parece se referir ao &#8220;Eu estarei contigo&#8221; do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/exo009.htm#vrs12\">vers<\/a>\u00edculo 12; ambos os textos parecem ser aludidos em <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/hos001.htm#vrs9\">Os\u00e9ias<\/a> 1:9, &#8220;Eu n\u00e3o serei vosso&#8221;. Mas se isto for <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15073a.htm\">verdadeiro<\/a>, &#8220;Eu sou aquele que sou&#8221; deve ser considerado como uma elipse: &#8220;Eu sou o que sou com voc\u00ea&#8221;, ou &#8220;Eu sou aquele que sou fiel a minhas promessas&#8221;. Isso \u00e9 duro o bastante; mas se torna bastante inadmiss\u00edvel na cl\u00e1usula, &#8220;Eu sou aquele que sou, me enviou, envia-me&#8221;.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Desde ent\u00e3o o imperfeito hebraico reconhecidamente n\u00e3o \u00e9 para ser considerado como um futuro, e como a natureza da l\u00edngua n\u00e3o nos for\u00e7a a ver nisso a express\u00e3o da transi\u00e7\u00e3o ou de se tornar, e sendo que, al\u00e9m do mais, tradi\u00e7\u00f5es antigas s\u00e3o bastante constantes e o car\u00e1ter absoluto do verbo <em>hayah<\/em> induziu mesmo o patronos mais ardentes do sentido hist\u00f3rico a admitir nos textos a descri\u00e7\u00e3o da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06612a.htm\">natureza de Deus<\/a>, as regras da <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07271a.htm\">hermen\u00eautica<\/a> impelem a tomar as express\u00f5es em <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/exo003.htm#vrs13\">\u00ca<\/a>xodo 3:13-15 pelo que elas valem. Jahveh \u00e9 Aquele Que \u00c9, i.e., Sua <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10715a.htm\">natureza<\/a> \u00e9 melhor caracterizada pelo Ser, se de fato ela precisa ser designada por um nome pr\u00f3prio pessoal distinto do termo <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> (Revue biblique, 1893, p. 338). As teorias <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13548a.htm\">escol\u00e1sticas<\/a> sobre o profundo significado latente em Yahveh (Yahweh) residem, portanto, em um fundamento s\u00f3lido. Coisas finitas s\u00e3o definidas por sua <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05543b.htm\">ess\u00eancia<\/a>: <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> pode ser definido apelas pelo ser, puro e simples, nada menos e nada mais; n\u00e3o ser abstrato sendo comum a tudo, e caracter\u00edstico de nada em particular, mas por ser concreto, ser absoluto, o oceano de todo ser <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14322c.htm\">substancial<\/a>, independente de qualquer <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03459a.htm\">causa<\/a>, incapaz de mudar, excedendo toda dura\u00e7\u00e3o, porque Ele \u00e9 <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08004a.htm\">infinito<\/a>: &#8220;<a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01332b.htm\">Alfa e \u00d4mega<\/a>, o princ\u00edpio e o fim, . . . aquele que \u00e9, que foi, e que vem, o Dominador&#8221; (<a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/rev001.htm#vrs8\">Apocalipse<\/a> 1:8). Cf. <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14663b.htm\">S. Tom\u00e1s<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/summa\/1013.htm#article14\">I.13.14<\/a>; <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06242a.htm\">Franzelin<\/a>, &#8220;De Deo Uno&#8221; (3<sup>a<\/sup> ed., 1883, thesis XXIII, pp. 279-86).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Origem do nome Jahveh (Yahweh)<\/h2>\n\n\n\n<p>A opini\u00e3o de que o nome Jahveh foi adotado pelos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08399a.htm\">judeus<\/a> from the <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03569b.htm\">cananeus<\/a>, foi defendida por von Bohlen (G\u00eanesis, 1835, p. civ), Von der Alm (Theol. Briefe, I, 1862, pp. 524-27), Colenso (O Pentateuco, V, 1865, pp. 269-84), Goldziher (Der Mythus bei den Hebr\u00e4ern, 1867, p. 327), mas foi rejeitada por Kuenen (&#8220;De Godsdienst van Israel&#8221;, I, Haarlem, 1869, pp. 379-401) e Baudissin (Studien, I, pp. 213-18). \u00c9 a princ\u00edpio improv\u00e1vel que Jahveh, o inimigo irreconcili\u00e1vel dos <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03569b.htm\">cananeus<\/a>, tenha sido originalmente um deus <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03569b.htm\">cananeu<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi dito por Vatke (Die Religion des Alten Test., 1835, p. 672) e J.G. M\u00fcller (Die Semiten in ihrem Verh\u00e4ltniss zu Chamiten und Japhetiten, 1872, p. 163) que o nome Jahveh \u00e9 de origem Indo-Europ\u00e9ia. Mas a transi\u00e7\u00e3o da raiz s\u00e2nscrita, <em>div<\/em>\u2014o latim <em>Jupiter-Jovis<\/em> (<em>Diovis<\/em>), o grego <em>Zeus-Dios<\/em>, o Indo-Europeu <em>Dyaus<\/em> na forma <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07176a.htm\">hebraica<\/a> Jahveh nunca foi satisfatorimente explicada. A disc\u00f3rdia de Hitzig (Vorlesungen \u00fcber bibl. Theol., p. 38) de que os Indo-Europeus forneceram pelo menos a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07630a.htm\">ideia<\/a> contida no nome Jahveh, ainda que eles n\u00e3o tenham originado o nome propriamente, n\u00e3o tem valor.<\/p>\n\n\n\n<p>A teoria de que Jahveh seja de origem <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05329b.htm\">eg\u00edpcia<\/a> pode ter uma certa quantia de probabilidade <em>a priori<\/em>, visto que <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10596a.htm\">Mois\u00e9s<\/a> foi <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05295b.htm\">educado<\/a> no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05329b.htm\">Egito<\/a>. Ainda assim, as <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12454c.htm\">provas<\/a> n\u00e3o s\u00e3o convincentes:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>R\u00f6th (Die Aegypt. und die Zoroastr. Glaubenslehre, 1846, p. 175) deriva o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10675a.htm\">nome hebraico<\/a> do deus-lua da antiguidade <em>Ih<\/em> ou <em>Ioh<\/em>. Mas n\u00e3o h\u00e1 conex\u00e3o entre o hebraico Jahveh e a lua (cf. Pierret, &#8220;Vocabul. Hi\u00e9rogl.&#8221;, 1875, p. 44).<\/li><li>Plutarco (De Iside, 9) nos diz que uma <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13641b.htm\">est\u00e1tua<\/a> de Athene (Neith) em Sais trazia a inscri\u00e7\u00e3o: &#8220;Eu sou tudo que foi, \u00e9, e ser\u00e1&#8221;. Mas Tholuck (op. cit., 1867, pp. 189-205) demonstra que o significado desta inscri\u00e7\u00e3o \u00e9 completamente diferente daquele do nome Jahveh.<\/li><li>Os patronos da origem <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05329b.htm\">eg\u00edpcia<\/a> do nome sagrado apelam para a f\u00f3rmula comum <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05329b.htm\">eg\u00edpcia<\/a>, <em>Nuk pu nuk<\/em> mas embora seu significado literal seja &#8220;Eu sou eu&#8221;, se significado real \u00e9 &#8220;Eu \u00e9 que&#8221; (cf. Le Page Renouf, &#8220;Li\u00e7\u00f5es de Hibbert para 1879&#8221;, p. 244).<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Quando \u00e0 teoria de que Jahveh tenha uma origem cald\u00e9ia ou uma origem acadiana, seu fundamento n\u00e3o \u00e9 muito s\u00f3lido:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Jahveh \u00e9 dito ser uma forma meramente artificial introduzida para dar significado ao nome do deus nacional (Delitzsch, &#8220;Wo lag das Paradies&#8221;, 1881, pp. 158-64); o nome comum em popular de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> foi dito ter sido <em>Yahu<\/em> ou <em>Yah<\/em>, a letra <em>I<\/em> sendo o elemento Divino essencial no nome. A argumenta\u00e7\u00e3o, se <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15073a.htm\">verdadeira<\/a>, n\u00e3o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12454c.htm\">prova<\/a> a origem cald\u00e9ia ou acadiana do nome hebraico Divino; ademais a forma Yah \u00e9 rara e exclusivamente po\u00e9tica; Yahu jamais aparece na <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\">B\u00edblia<\/a>, enquanto a forma ordin\u00e1ria completa do nome Divino \u00e9 encontrada mesmo na inscri\u00e7\u00e3o de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10210a.htm\">Mesa<\/a> (linha 18) datando do s\u00e9culo XIX a.C.<\/li><li>Yahu e Yah eram conhecidos fora de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08193a.htm\">Israel<\/a>; as formas entram na composi\u00e7\u00e3o de nomes pr\u00f3prios estrangeiros; al\u00e9m disso, a varia\u00e7\u00e3o do nome de um certo Rei de Hammath mostra que <em>Ilu<\/em> \u00e9 equivalente a <em>Yau<\/em>, e que <em>Yau<\/em> \u00e9 o nome de um deus (Schrader, &#8220;Bibl. Bl.&#8221;, II, p. 42, 56; Sargon, &#8220;Cylinder&#8221;, xxv; Keil, &#8220;Fastes&#8221;, I. 33). Por\u00e9m nomes pr\u00f3prios estrangeiros contendo Yah ou Yahu s\u00e3o extremamente raros e <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05141a.htm\">duvidosos<\/a>, e podem ser explicados sem admitir deuses em na\u00e7\u00f5es estrangeiras, carregando o nome sagrado. Novamente, o pante\u00e3o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02179b.htm\">babil\u00f4nico<\/a> \u00e9 razoavelmente conhecido no presente, mas o deus Yau n\u00e3o aparece nele.<\/li><li>Entre os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02179b.htm\">babil\u00f4nicos<\/a> pr\u00e9-semitas, <em>I<\/em> \u00e9 um sin\u00f4nimo de <em>Ilu<\/em>, o deus supremo; j\u00e1 <em>I<\/em> com a termina\u00e7\u00e3o nominativa <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02007c.htm\">ass\u00edria<\/a> acrescentada se torna <em>Yau<\/em> (cf. Delitzsch, &#8220;Lesest\u00fccke&#8221;, 3<sup>a<\/sup> ed., 1885, p. 42, Syllab. A, col. I, 13-16). Hommel (Altisrael. Ueberlieferung, 1897, pp. 144, 225) est\u00e1 seguro de que descobriu este deus caldeu Yau. \u00c9 o deus que \u00e9 representado ideograficamente (<em>ilu<\/em>) <em>A-a<\/em>, mas ordinariamente pronunciado <em>Malik<\/em>, atrav\u00e9s da express\u00e3o deve ser lido <em>Ai<\/em> ou <em>Ia<\/em> (<em>Ya<\/em>). A <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05782a.htm\">fam\u00edlia<\/a> patriarcal empregava esse nome e <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10596a.htm\">Mois\u00e9s<\/a> tomou emprestado e o transformou. Mas Lagrange aponta que os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08399a.htm\">judeus<\/a> n\u00e3o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02408b.htm\">acreditam<\/a> que eles ofereciam suas crian\u00e7as para Jahveh, quando eles as <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13309a.htm\">sacrificavam<\/a> para <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10443b.htm\">Malik<\/a> (Religion semitique, 1905, pp. 100 sqq.). <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/jer032.htm#vrs35\">Jeremia<\/a>s 32:35, e <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/zep001.htm#vrs5\">Sofonias<\/a> 1:5, distinguem entre <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10443b.htm\">Malik<\/a> e o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus hebreu<\/a>.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Cheyne (Tradi\u00e7\u00f5es e Cren\u00e7as do Antigo Israel, 1907, pp. 63 sqq.) conecta a origem de Jahveh com sua teoria <em>Yerahme&#8217;el<\/em>; mas mesmo os cr\u00edticos mais avan\u00e7ados consideram a teoria de Cheyne como um descr\u00e9dito \u00e0 cr\u00edtica moderna. Outras opini\u00f5es singulares da origem do nome sagrado podem ser seguramente omitidas. A vis\u00e3o de que Jahveh \u00e9 de origem hebraica \u00e9 a mais satisfat\u00f3ria. Argumentando a partir de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/exo006.htm#vrs2\">\u00ca<\/a>xodo 6:2-8, tais <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04157a.htm\">comentaristas<\/a> como <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11063a.htm\">Nicolu de Lira<\/a>, Alonso Tostado, Caetano, <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02655c.htm\">Bonfr\u00e8re<\/a>, etc., sustentam que o nome foi revelado pela primeira vez a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10596a.htm\">Mois\u00e9s<\/a> no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14011a.htm\">Monte Horeb<\/a>. <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> declara na vis\u00e3o que ele &#8220;apareceu a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01051a.htm\">Abra\u00e3o<\/a> . . . pelo nome de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus Todo-poderoso<\/a>; e meu nome <em><a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01146a.htm\">Adonai<\/a><\/em> [Jahveh] eu n\u00e3o lhes dei a conhecer&#8221;. Mas a frase &#8220;aparecer pelo nome&#8221; n\u00e3o implica necessariamente na primeira <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13001a.htm\">revela\u00e7\u00e3o<\/a> daquele nome; ao contr\u00e1rio significa a explica\u00e7\u00e3o do nome, ou a maneira de agir conforme o significado do nome (cf. Robion em &#8220;la Science cathol.&#8221;, 1888, pp. 618-24; Delattre, ibid., 1892, pp. 673-87; van Kasteren, ibid., 1894, pp. 296-315; Robert em &#8220;Revue biblique&#8221;, 1894, pp. 161-81). No <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14011a.htm\">Mt. Horeb<\/a> <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> contou a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10596a.htm\">Mois\u00e9s<\/a> que Ele n\u00e3o agiu com os <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11548a.htm\">Patriarcas<\/a> como o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> da Alian\u00e7a, Jahveh, mas como o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus Todo-poderoso<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Talvez seja prefer\u00edvel dizer que o nome sagrado, embora talvez de uma forma modificada, tenha estado em uso na <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05782a.htm\">fam\u00edlia<\/a> patriarcal antes do <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14726a.htm\">tempo<\/a> de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10596a.htm\">Mois\u00e9s<\/a>. No <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14011a.htm\">Mt. Horeb<\/a> <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> revelou e explicou a forma precisa de Seu nome, Jahveh.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>O nome sagrado ocorre no G\u00eanesis cerca de 156 vezes; esta ocorr\u00eancia frequente dificilmente seria uma mera prolepse.<\/li><li><a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/bible\/gen004.htm#vrs26\">G<\/a>\u00eanese 4:26, declara que Enos &#8220;passou a invocar o nome do Senhor [Jahveh]&#8221;, ou como o <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07175a.htm\">texto hebraico<\/a> sugere, &#8220;come\u00e7ou a chamar-se pelo nome de Jahveh&#8221;.<\/li><li>Joquebede, a m\u00e3e de <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10596a.htm\">Mois\u00e9s<\/a>, tinha em seu nome uma forma abreviada Jo (Yo) de Jahveh. A exist\u00eancia pr\u00e9-Mosaica do nome divino entre os hebreus conta para este fato mais facilmente que a suposi\u00e7\u00e3o de que o elemento Divino fora introduzido ap\u00f3s a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13001a.htm\">revela\u00e7\u00e3o<\/a> do nome.<\/li><li>Dentre os 163 nomes pr\u00f3prios que carregam um elemento do nome sagrado em sua composi\u00e7\u00e3o, 48 t\u00eam <em>yeho<\/em> ou <em>yo<\/em> no come\u00e7o e 115 t\u00eam <em>yahu<\/em> ou <em>yah<\/em> no final, enquanto que a forma Jahveh nunca ocorrem em qualquer composi\u00e7\u00e3o. Talvez possa ser assumido que estas formas abreviadas <em>yeho, yo, yahu, yah<\/em>, representam o nome Divino como tenha existido dentre os israelitas antes de o nome completo Jahveh ter sido revelado no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14011a.htm\">Mt. Horeb<\/a>. Por outro lado, Driver (Studia biblica, I, 5) mostrou que estas formas curtas s\u00e3o as abrevia\u00e7\u00f5es regulares do nome completo. De qualquer forma, embora n\u00e3o seja <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03539b.htm\">certo<\/a> que <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06608a.htm\">Deus<\/a> revelou Seu nome sagrado a <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10596a.htm\">Mois\u00e9s<\/a> pela primeira fez, Ele certamente <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13001a.htm\">revelou<\/a> no <a href=\"http:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14011a.htm\">Mt. Horeb<\/a> que Jahveh \u00e9 Seu nome incomunic\u00e1vel e explicou seu significado.<\/li><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O nome pr\u00f3prio de Deus no Antigo Testamento; por isso os judeus o chamavam de o nome por excel\u00eancia, o grande nome, o \u00fanico nome, o nome glorioso e terr\u00edvel, o nome oculto e misterioso, o nome da subst\u00e2ncia, o nome pr\u00f3prio, e mais frequentemente shem hammephorash, i.e. o nome expl\u00edcito ou o nome separado, &hellip; <\/p>\n<p class=\"link-more\"><a href=\"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/?p=430\" class=\"more-link\">Read the full post &rarr;<span class=\"screen-reader-text\">&#8220;Jehovah (Yahweh)&#8221;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":["post-430","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-y"],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/430","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=430"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/430\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":431,"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/430\/revisions\/431"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=430"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=430"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=430"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}