{"id":534,"date":"2021-06-08T22:16:21","date_gmt":"2021-06-09T01:16:21","guid":{"rendered":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/?p=534"},"modified":"2021-06-08T22:21:05","modified_gmt":"2021-06-09T01:21:05","slug":"agua-benta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/enciclopediacatolica.com.br\/?p=534","title":{"rendered":"\u00c1gua Benta"},"content":{"rendered":"\n<p>O uso da \u00e1gua benta nos primeiros dias da <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04636c.htm\">Era crist\u00e3<\/a> \u00e9 atestado por documentos de data apenas comparativamente posterior. As <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01636a.htm\">&#8220;Constitui\u00e7\u00f5es Apost\u00f3licas&#8221;<\/a>, cuja reda\u00e7\u00e3o remota ao ano 400 mais ou menos, atribui ao ap\u00f3stolo S. Mateus o preceito de se usar \u00e1gua benta. A carta escrita sob o nome do <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01285c.htm\">Papa Alexandre I<\/a>, que viveu no s\u00e9culo II, \u00e9 <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01601a.htm\">ap\u00f3crifa<\/a> e de \u00e9pocas mais recentes; assim o primeiro testemunho hist\u00f3rico n\u00e3o \u00e9 encontrado antes do s\u00e9culo V. Contudo, \u00e9 permitido supor, pelo bem da argumenta\u00e7\u00e3o que, no in\u00edcio do <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03712a.htm\">cristianismo<\/a>, a \u00e1gua era usada para fins expiat\u00f3rios e purificat\u00f3rios, de modo an\u00e1logo ao que era empregado sob a <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/10582c.htm\">Lei Judaica<\/a>. Como, em muitos casos, a \u00e1gua usada para o <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02258b.htm\">Sacramento do Batismo<\/a> era \u00e1gua corrente, um mar ou rio, ela n\u00e3o podia receber a mesma b\u00ean\u00e7\u00e3o que aquela contida nos <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02276b.htm\">batist\u00e9rios<\/a>. Sobre este ponto em particular a liturgia antiga \u00e9 obscura, mas duas descobertas recentes s\u00e3o decididamente muito interessantes. O Pontifical de Serapi\u00e3o de Thmuis, um <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02581b.htm\">bispo<\/a> do s\u00e9culo IV, assim como o &#8220;testamentum Domini&#8221;, uma composi\u00e7\u00e3o sir\u00edaca que <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04636c.htm\">data<\/a> do s\u00e9culo V ao VI, cont\u00e9m uma b\u00ean\u00e7\u00e3o do \u00f3leo e da \u00e1gua durante a missa. A f\u00f3rmula do Pontifical de Serapi\u00e3o \u00e9 a seguinte: &#8220;N\u00f3s <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02599b.htm\">aben\u00e7oamos<\/a> estas criaturas em nome de Jesus Cristo, Vosso \u00fanico Filho; invocamos sobre esta \u00e1gua e este \u00f3leo o nome Daquele que sofreu e foi crucificado, Que ressuscitou dos mortos e Que est\u00e1 sentado \u00e0 direita do Incriado. Conceda a estas criaturas o poder de curar; que toda febre, cada <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04710a.htm\">esp\u00edrito maligno<\/a>, e todas as doen\u00e7as sejam afastadas daquele que a beber ou for ungido com ele, e possa ser um rem\u00e9dio em nome de Jesus Cristo, Vosso \u00fanico Filho.&#8221; No in\u00edcio do s\u00e9culo IV v\u00e1rios escritos, cuja autenticidade est\u00e1 livre de suspeita, mencionam o uso de \u00e1gua santificada tanto para a b\u00ean\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09306a.htm\">lit\u00fargica<\/a> mencionada acima como para a b\u00ean\u00e7\u00e3o individual de alguma <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11726a.htm\">pessoa<\/a> <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07386a.htm\">santa<\/a>. <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13393b.htm\">Sto. Epif\u00e2nio<\/a> (Contra haeres., lib. I, haer. xxx) recorda que em <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14716a.htm\">Tiber\u00edades<\/a> um homem chamado Joseph derramou \u00e1gua em um louco, tendo primeiro tra\u00e7ado o <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13785a.htm\">sinal da cruz<\/a> e pronunciado estas palavras sobre a \u00e1gua: &#8220;Em nome de <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/08374c.htm\">Jesus Cristo de Nazar\u00e9<\/a>, crucificado, afasta-te deste infeliz, \u00f3 esp\u00edrito infernal e que ele seja curado!&#8221; Joseph se converteu e posteriormente usou o mesmo procedimento para combater <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15674a.htm\">bruxaria<\/a>; contudo, ele n\u00e3o era nem um <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02581b.htm\">bispo<\/a> e nem sequer um <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04049b.htm\">cl\u00e9rigo<\/a>. Teodoreto (<a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/fathers\/27025.htm\"><u>Hist\u00f3ria Eclesi\u00e1stica V.21<\/u><\/a>) relata que Marcelo, <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02581b.htm\">Bispo<\/a> de <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01592b.htm\">Apameia<\/a>, santificou a \u00e1gua pelo <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13785a.htm\">sinal da cruz<\/a> e que <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01593c.htm\">Afraates<\/a> curou um dos cavalos do imperador fazendo-o beber \u00e1gua aben\u00e7oada com o <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13785a.htm\">sinal da cruz<\/a> (&#8220;Hist. relig.&#8221;, c. viii, rm P.G., LXXXII, col. 1244, 1375). No Ocidente atestados similares foram feitos. <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07018b.htm\">Greg\u00f3rio de Tours<\/a> (De gloria confess., c. 82) conta sobre um <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07280a.htm\">recluso<\/a> chamado de Eus\u00edtio que viveu no s\u00e9culo VI e possu\u00eda o poder de curar febre quart\u00e3 dando \u00e0s v\u00edtimas de beber de \u00e1gua que ele tinha aben\u00e7oado; podemos mencionar muitos outros exemplos fornecidos pelo mesmo <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07018b.htm\">Greg\u00f3rio<\/a> (&#8220;De Miraculis S. Martini&#8221;, II, xxxix; &#8220;Mirac. S. Juliani&#8221;, II, iii, xxv, xxvi; &#8220;Liber de Passione S. Juliani&#8221;; &#8220;Vitae Patrum&#8221;, c. iv, n. 3). \u00c9 sabido que alguns dos fi\u00e9is acreditavam que a \u00e1gua benta possu\u00eda propriedades curativas para algumas doen\u00e7as, e que isto era especialmente <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15073a.htm\">verdade<\/a> quanto \u00e0 \u00e1gua <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02258b.htm\">batismal<\/a>. Em alguns lugares ela era cuidadosamente preservada ao longo do ano e, por causa de ter sido usada no <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02258b.htm\">batismo<\/a>, era considerada livre de toda corrup\u00e7\u00e3o. Esta <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02408b.htm\">cren\u00e7a<\/a> se espalhou do Oriente ao Ocidente; e mal era o <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02258b.htm\">batismo<\/a> administrado, o povo acorria com toda sorte de vasilhas para levar um pouco da \u00e1gua, alguns para armazen\u00e1-la cuidadosamente em suas casas, enquanto outros para regar seus campos, vinhedos e jardins com ela (&#8220;Ordo rom. I&#8221;, 42, in &#8220;Mus. ital.&#8221;, II, 26).<\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, a \u00e1gua <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02258b.htm\">batismal<\/a> n\u00e3o era a \u00fanica \u00e1gua benta. Algumas eram mantidas permanentemente \u00e0 entrada das igrejas <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03712a.htm\">crist\u00e3s<\/a> onde um cl\u00e9rigo aspergia os fi\u00e9is ao entrarem e, por esta raz\u00e3o, era chamada de <em>hydrokometes<\/em> ou &#8220;introdu\u00e7\u00e3o pela \u00e1gua&#8221;, uma denomina\u00e7\u00e3o que aparece no cabe\u00e7alho de uma carta de Sin\u00e9sio na qual \u00e9 feita uma alus\u00e3o \u00e0 \u201c\u00e1gua de lustra\u00e7\u00e3o colocada no <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15387a.htm\"><u>vest\u00edbul<\/u><u>o<\/u><\/a> do templo&#8221;. Esta \u00e1gua era aben\u00e7oada talvez na propor\u00e7\u00e3o em que era necess\u00e1ria, e o costume da <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03744a.htm\">Igreja<\/a> pode ter variado neste ponto. <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02226b.htm\">B\u00e1lsamo<\/a> nos conta que, na <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/06752a.htm\">Igreja Grega<\/a>, eles &#8220;faziam&#8221; \u00e1gua benta no in\u00edcio de cada m\u00eas lunar. \u00c9 muito poss\u00edvel que, de acordo com o c\u00e2none 65 do Conc\u00edlio de Constantinopla reunido em 691, este rito tenha sido estabelecido com o prop\u00f3sito de suplantar definitivamente a festividade <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/11388a.htm\">pag\u00e3<\/a> da lua nova e releg\u00e1-la ao ostracismo. No ocidente Dom Mart\u00e8ne declara que nada foi encontrado anterior ao s\u00e9culo IX a respeito de ben\u00e7\u00e3o e aspers\u00e3o de \u00e1gua que fosse realizada a cada <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14335a.htm\">domingo<\/a> na missa. Naquela \u00e9poca o <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09159a.htm\"><u>P<\/u><u>apa<\/u><u> Le\u00e3o IV<\/u><\/a> ordenou que cada <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12406a.htm\"><u>p<\/u><u>adre<\/u><\/a> <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02599b.htm\">aben\u00e7oasse<\/a> \u00e1gua todo <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14335a.htm\">domingo<\/a> em sua pr\u00f3pria igreja e aspergisse o povo com ela: &#8220;Omni die Dominico, ante missam, aquam benedictam facite, unde populus et loca fidelium aspergantur&#8221; (P.L., CXV, col. 679). <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07356b.htm\"><u>Incmaro de <\/u><u>Reims<\/u><\/a> deu orienta\u00e7\u00f5es como as seguintes: &#8220;A cada domingo, antes da celebra\u00e7\u00e3o da missa, o <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/12406a.htm\">sacerdote<\/a> deve <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02599b.htm\">aben\u00e7oar<\/a> a \u00e1gua na sua igreja, e, para este santo prop\u00f3sito, ele deve usar um recipiente adequado e limpo. O povo, enquanto estiver entrando na igreja, deve ser aspergido com esta \u00e1gua, e aqueles que assim desejarem podem levar um pouco em um recipiente limpo para aspergir suas casas, campos, vinhedos, e gado e o pasto no qual estes \u00faltimos forem alimentados, bem como jogar sobre a pr\u00f3pria comida&#8221; (&#8220;Capitula synodalia&#8221;, cap. v, em P.L., CXXV, col, 774). A regra de se ter \u00e1gua benta para a aspers\u00e3o na missa aos domingos foi da\u00ed em diante seguida de um modo geral, mas o momento exato definido por <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/09159a.htm\">Le\u00e3o IV<\/a> e <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/07356b.htm\">Incmaro<\/a> n\u00e3o foi observada em todos os lugares. Em Tours, a b\u00ean\u00e7\u00e3o acontecia no s\u00e1bado, antes das <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/15381a.htm\"><u>V\u00e9sper<\/u><u>a<\/u><u>s<\/u><\/a>; na <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03209c.htm\"><u>Cambra<\/u><u>ia<\/u><\/a> e em Aras, ela se dava sem <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03538b.htm\"><u>cer<\/u><u>im\u00f4nia<\/u><\/a> na <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13322b.htm\"><u>sacrist<\/u><u>ia<\/u><\/a> antes da r\u00e9cita da Primeira Hora (Prima); em <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/01267a.htm\">Albi<\/a>, no s\u00e9culo XV, a <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03538b.htm\"><u>cer<\/u><u>im\u00f4nia<\/u><\/a> era conduzida na <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/13322b.htm\"><u>sacrist<\/u><u>ia<\/u><\/a> antes da <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14514c.htm\"><u>Ter<\/u><u>\u00e7a Hora<\/u><\/a>; e em <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14130c.htm\">Soissons<\/a>, nos degraus mais altos do santu\u00e1rio, antes da <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14514c.htm\"><u>Ter<\/u><u>\u00e7a Hora<\/u><\/a>; enquanto que em Laon e em Senlis, no s\u00e9culo XIV, ela se dava no coro antes da hora <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14514c.htm\"><u>Ter<\/u><u>\u00e7a<\/u><\/a>. H\u00e1 dois <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/14335a.htm\">domingos<\/a> nos quais a \u00e1gua n\u00e3o \u00e9 e parece que nunca deva ser <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02599b.htm\">aben\u00e7oada<\/a>: estes s\u00e3o o <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05224d.htm\">Domingo de P\u00e1scoa<\/a> e o Pentecostes. A raz\u00e3o para isto \u00e9 que na v\u00e9spera destas duas festas a \u00e1gua pra as <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/02274a.htm\"><u>fontes b<\/u><u>atisma<\/u><u>is<\/u><\/a> \u00e9 aben\u00e7oada e <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/04276a.htm\"><u>cons<\/u><u>agrada<\/u><\/a> e, antes da sua mistura com o <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/03696b.htm\">santo crisma<\/a>, os <a href=\"https:\/\/www.newadvent.org\/cathen\/05769a.htm\"><u>f<\/u><u>i\u00e9is<\/u><\/a> t\u00eam permiss\u00e3o para levar um pouco dela para suas casas e guardar para usar em momentos de necessidade.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\u200b<strong>Fontes<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>BARRAUD, De l&#8217;eau benite et des vases destines a la contenir in the Bulletin monumental, 4th series, vol. VI (1870), p. 393-467; PFANNENSCHMIDT, Weihwasser im heidnischen und christlichen Cultus (Hanover, 1869).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O uso da \u00e1gua benta nos primeiros dias da Era crist\u00e3 \u00e9 atestado por documentos de data apenas comparativamente posterior. As &#8220;Constitui\u00e7\u00f5es Apost\u00f3licas&#8221;, cuja reda\u00e7\u00e3o remota ao ano 400 mais ou menos, atribui ao ap\u00f3stolo S. Mateus o preceito de se usar \u00e1gua benta. 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